Educação em 2025: competências digitais moldam o futuro da aprendizagem

07/01/25

Conheça os principais temas da educação relacionados às competências digitais para 2025

À medida que 2025 se aproxima, a educação brasileira se vê diante da necessidade de fortalecer competências digitais. Temas como inteligência artificial (IA), letramento digital, uso de telas, bem-estar online e desinformação prometem movimentar o cenário educacional no próximo ano. Diante desse horizonte, é fundamental que educadores, escolas e sistemas de ensino estejam preparados para formar cidadãos aptos a viver em um mundo cada vez mais digital.

A tecnologia avança em ritmo acelerado em várias esferas da sociedade – entre elas, a educação. Hoje, é possível dizer que o letramento digital já não é mais um diferencial, mas uma necessidade. Pesquisas apontam que, até 2030, cerca de 90% das profissões exigirão algum nível de competência digital. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), trabalhadores com competências digitais têm 17% a mais de chances de serem contratados do que aqueles sem essas habilidades.

Diante desse panorama, listamos a seguir alguns dos principais desafios e tendências dessa área esperados para 2025. Para comentar cada um desses aspectos, contamos com o apoio de três especialistas: Patrícia Schäfer, diretora da B&S Educação e Tecnologia; Mariana Ochs, coordenadora do EducaMídia; e Doug Alvoroçado, educador e consultor em edutech, transformação digital e inclusão em escolas.

Letramento digital: competência essencial para o século XXI

O letramento digital vai muito além do simples uso de dispositivos eletrônicos. Ele engloba a capacidade de compreender, criticar e produzir informações no ambiente digital. Em 2025, desenvolver essa competência será essencial para preparar estudantes não apenas como consumidores de tecnologia, mas como cidadãos críticos e protagonistas no mundo digital.

Mais do que uma necessidade, esse letramento é um direito de todos os estudantes, na visão de Mariana. “A tecnologia atravessa o acesso à direitos, à serviços de saúde, ao sistema judiciário. Ela está nas práticas educativas, nos nossos relacionamentos, nas plataformas em que a gente trabalha, aprende, se relaciona”, introduz. “Portanto, o letramento digital é essencial para entender toda a complexidade das relações sociais, tecnológicas, políticas e econômicas que regem as nossas ações nesse ambiente, e dá a possibilidade de construir visão de mundo e conhecimento.”

Para ela, o maior desafio ainda está em entender que o letramento digital vai muito além de apenas proporcionar acesso ao ambiente virtual. “O importante é entender o que acontece depois do acesso, e como essa perspectiva crítica, consciente e intencional de estar no mundo digital – e também mais responsável e ética – pode se tornar um hábito a ser interiorizado”, provoca.

Neste cenário, Patrícia evoca o conceito de conectividade significativa. “Além de remeter à equidade no alcance e na qualidade dos serviços de rede, ela foca no letramento digital e na constituição de habilidades digitais críticas, seja para impulsionar as oportunidades, seja para mitigar os riscos, por intermédio de experiências responsáveis, saudáveis e produtivas.”

Estímulo à autoria

Na dimensão do ensino e da aprendizagem com uso de tecnologias digitais, Patrícia – que também atua na supervisão operacional da produção de conteúdo do projeto Escolas Conectadas – destaca o fortalecimento da autoria, em alinhamento ao que propõe a Base Nacional Comum Curricular (e seu complemento de Computação, homologado em 2022).

“A abordagem das tecnologias digitais na BNCC é orientada à ação, à construção e à reflexão, em consonância com condutas éticas, seguras e responsáveis. Da escrita ao levantamento de soluções para problemas, da programação à criação artística, a autoria é um dos principais meios de diagnóstico, construção e evidenciação de aprendizagens”, aponta Patrícia.

“Cultivar a curiosidade dos estudantes, mobilizar a expressão das suas ideias e favorecer suas produções estão entre as mais importantes demandas do professor.” Os educadores, por sua vez, ao disporem do apoio das tecnologias digitais, contarão com condições promissoras de acompanhamento, mediação e personalização, tornando suas práticas mais eficazes e inclusivas. “A autoria docente e a autoria dos alunos estão, assim, estreitamente vinculadas.”

Uso de telas: proibir ou regular?

O uso de celulares por estudantes durante a jornada escolar foi um dos temas mais debatidos ao longo do ano, e promete continuar assim em 2025. Segundo a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), se há dois anos eram 25% escolas de todo o mundo que proibiam o porte do aparelho, em 2024 esse número chegou a 33% – e não para de subir. No Brasil, a primeira cidade a proibir o celular na escola foi o Rio de Janeiro (RJ) logo no início do ano. Nos meses seguintes, diversos estados aplicaram leis similares. Já no final de outubro, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe o uso de eletrônicos dentro e fora da sala de aula, do ensino infantil ao médio. Ele ainda será votado pelos deputados federais.

Em sua coluna no portal Terra, a diretora-presidente da Fundação Telefônica Vivo, Lia Glaz, analisa a situação. Para ela, é fundamental reconhecer que a preocupação de familiares, professores e pediatras com o uso indiscriminado e excessivo de telas é genuína. “Na escola, essa preocupação é acompanhada de outros fatores”, aponta Lia, trazendo dados para aprofundar o debate, como um relatório da Unesco que aponta o uso indiscriminado do celular no ambiente escolar como  um fator de distração – reforçando a importância da mediação pedagógica. 

“Pode-se questionar se a proibição é realmente a forma mais adequada de lidar com o tema e se não valeria colocar limites e utilizar os celulares e outros dispositivos como aliados do processo pedagógico. Isso porque a adoção de recursos tecnológicos em processos educacionais também pode ter impactos positivos”, argumenta Lia.

Nesse cenário, é imprescindível que os professores brasileiros dominem as competências digitais, incluindo temas como pensamento computacional, análise de dados para tomadas de decisões pedagógicas com apoio da inteligência artificial e utilização de recursos digitais que atendam às necessidades de cada estudante, entre outras. “Ou seja, a incorporação de dispositivos eletrônicos é apenas uma parte do processo e é onde muito da discussão permanece.”

Saúde mental e bem-estar online: o autocuidado como prática educativa

Se o desafio está em equilibrar o uso responsável e produtivo dos dispositivos eletrônicos, integrando-os às atividades pedagógicas, o objetivo é manter o foco dos estudantes e promover o bem-estar nos ambientes digitais. Isso abre espaço para uma discussão sobre autocuidado nas redes. “Para que esses jovens saibam promover e valorizar relacionamentos saudáveis, inclusivos, os cuidados uns com os outros, o acolhimento. Tudo isso tem que ser tema da nossa prática educativa”, afirma Mariana.

Ela sublinha a importância de escutar os próprios estudantes sobre essas questões, que têm impacto direto em suas vidas. “Quando a gente escuta os jovens, eles têm perspectivas muito interessantes sobre a presença de tecnologia – pro bem e pro mal – nas suas vidas. Ou seja, eles precisam ser escutados também.”

Inteligência artificial

“A inteligência artificial chegou na educação, e disso a gente não vai conseguir voltar atrás”, decreta Doug. Ele lista uma série de possibilidades de uso da IA nas escolas – que vão desde o uso pedagógico em sala de aula como para auxiliar o trabalho dos professores e da gestão escolar: personalização do ensino, automação de tarefas diárias e criação de jogos e conteúdos textuais e visuais.

Doug acredita que, ao incorporar IA no processo de ensino e aprendizagem, será acelerado o desenvolvimento de competências e habilidades para a vida, como pensamento crítico, a resolução de problemas e letramento midiático. “Muitas escolas vão começar a trazer desafios aos seus estudantes que podem ser superados através de ferramentas de IA, com uso de análise de dados, por exemplo.”

Ele aposta ainda em um maior uso da IA para os educadores entenderem melhor como adaptar atividades,  conforme as deficiências e características de cada estudante, estimulando uma educação inclusiva e acessível. No mesmo sentido, projetos interdisciplinares têm tudo para ser impulsionados com o uso de IA: “hoje, faz cada vez mais sentido ter uma abordagem STEAM na escola. Por exemplo, o professor de filosofia e o de estatística matemática podem trabalhar juntos essas competências de IA, conectando uso ético e análise de dados.

Por fim, o uso ético, consciente e responsável dessas ferramentas também deve estar em pauta. “Esse uso implica em liberação de dados, então as escolas vão ter que promover discussões sobre privacidade de dados, uso responsável, viés algoritmo e o uso de IAs para benefício da sociedade”, acredita Doug. “Ainda que a IA ofereça muitas contribuições ao ensino e à aprendizagem, é nosso papel como educadores, e da sociedade como um todo, zelar por aplicações éticas, críticas e centradas no ser humano”, reforça Patrícia. 

Desinformação

A degradação do ambiente informacional é uma realidade que precisa ser abordada dentro das escolas – seja por uso malicioso das tecnologias cada vez mais sofisticadas, seja pela proliferação da informação de baixa qualidade. “Precisamos entender toda a complexidade desse ambiente de produção e circulação de informações nos seus aspectos políticos, tecnológicos e emocionais, porque muitas vezes isso é feito para manipular as nossas emoções de maneira muito intencional, e a gente acaba se engajando com conteúdos que não necessariamente são os mais éticos, mais corretos, mais justos”, observa Mariana.

“A integridade da informação deve ser um compromisso comum e coletivo, e para isso precisamos educar os jovens e também as crianças, principalmente diante da entrada muito acelerada das inteligências artificiais, porque elas aumentam exponencialmente a poluição no ambiente informacional, e potencialmente degradam a qualidade da informação de muitas maneiras”, reforça, lembrando de tecnologias como as deep fakes, criadas para manipular e distorcer a realidade.

Nesse sentido, a escola precisa ampliar com urgência o letramento digital e midiático, ensinando sobre o impacto dos algoritmos das inteligências artificiais. “Estamos vendo muita pressão para ensinar com IA, mas isso não é o mesmo que ensinar sobre IA. Esse aspecto mais crítico precisa acontecer, para que os jovens possam usar esses ambientes de maneira mais consciente e intencional, e possam até questionar suas formas de funcionamento e, quem sabe no futuro, propor formas mais justas, equitativas e centradas no bem comum, na saúde dos indivíduos e do planeta”, conclui.

Autodesenvolvimento

Para dar conta de todas essas questões de maneira crítica, reflexiva, ética e criativa, é importante que o educador relembre que não está sozinho nessa jornada. “Não precisamos pensar em um domínio pleno dos recursos computacionais e das suas formas de utilização, mesmo porque ele não é viável em um panorama de mudanças tão velozes”, observa Patrícia. 

Para ela, o mais importante é conhecer as potencialidades e limites dos sistemas que suportarão as propostas pedagógicas e saber como e onde buscar auxílio para seguir aprendendo. 

“A dimensão do desenvolvimento profissional inclui essa rede de apoio. Como educadores, podemos selecionar as estratégias mais apropriadas para a formação continuada, que se tornam também mais ricas e diversas com o crescimento da internet. Cursos híbridos e on-line, participação em comunidades de aprendizagem para compartilhamento de experiências, acompanhamento de canais de comunicação da área e publicações científicas são algumas das alternativas para o autodesenvolvimento.”

A plataforma Escolas Conectadas é uma grande aliada dos educadores que querem seguir aprendendo e se atualizando em 2025. Nossos cursos – gratuitos e on-line – promovem a inserção dos educadores na cultura digital e estimulam o desenvolvimento de competências do século 21 nos alunos, por meio da prática de metodologias de ensino e aprendizagem inovadoras.

Siga atenta/o aos nossos lançamentos durante todo o ano!

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Além disso, é importante atentar para a diversidade linguística dentro do português, com diferentes sotaques e regionalismos tanto no Brasil quanto fora dele.Aliás, você já pensou em contar com o apoio de ferramentas digitais para ensinar português? Pois o curso “Competências Digitais em Língua Portuguesa” auxilia professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio a usar tecnologias digitais de forma crítica e eficaz, seguindo as diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A formação gratuita também ajuda a planejar aulas personalizadas e diferenciadas, além de aplicar e avaliar os resultados dessas práticas em sala de aula.Dia Nacional da Matemática (6/5)Em 6 de maio de 1895, nasceu o matemático Júlio Cézar de Mello e Souza, mais conhecido pelo pseudônimo Malba Tahan. Ele marcou a história da educação por seus romances infantojuvenis que ajudaram a divulgar conhecimentos matemáticos no Brasil. O pensamento matemático não está restrito à disciplina e pode ser desenvolvido por todo mundo. Há muitas formas de incentivar o interesse pela Matemática em sala de aula, com atividades como gincanas, jogos de lógica e problemas a serem resolvidos com soluções criativas.Com o curso gratuito “Competências Digitais em Matemática”, professores do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio aprenderão a criar aulas interativas e personalizadas. As aulas exploram ferramentas como Tinkercad (modelagem 3D) e Trello (gestão de projetos). Além disso, a formação aborda a importância da personalização e diferenciação no ensino de Matemática, fornecendo orientações para a utilização de novas tecnologias e metodologias que criem experiências de aprendizagem ativas, buscando melhorar o raciocínio lógico e a resolução de problemas. Vale conferir!Abolição da Escravatura (13/5)Em 13 de maio de 1888, a escravatura no Brasil foi oficialmente abolida com a assinatura da Lei Áurea. Apesar de ser um momento crucial na história do país, a assinatura não resultou em mudanças imediatas. Mais de um século depois desse marco histórico, ainda podemos notar as consequências desse período. Falar sobre essa data na escola é promover discussões sobre o racismo na sociedade brasileira e avaliar os reflexos e as consequências atuais da escravatura. E se você procura uma formação que une Educação Antirracista com o uso pedagógico de tecnologia, pode contar com os cursos gratuitos “Educação Antirracista Mediada por Tecnologias: Conceito e Fundamentos” e “Tecnologias como Aliada da Educação Antirracista: Práticas e Perspectivas”. Todos conectam o letramento racial ao uso crítico de ferramentas digitais.Dia Internacional da Família (15/5)Instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1993, o Dia Internacional da Família convoca as instituições a debaterem os desafios que atravessam os lares ao redor do mundo. No ambiente escolar, a data é uma oportunidade para acolher a pluralidade de configurações familiares e abrir as portas à comunidade.Em vez de atividades meramente protocolares, a escola pode promover o resgate de histórias sobre as famílias e propor a construção de árvores genealógicas. Também é interessante desenvolver planos de aula sobre as mudanças do conceito de família ao longo do tempo e em diferentes culturas.Aliás, como a mediação do uso de tecnologias e das redes sociais é um dos maiores desafios das famílias nos tempos atuais, o curso “Cidadania Digital” ajuda o educador a orientar sua turma sobre o comportamento ético e seguro nas redes.Dia Internacional contra a Homofobia (17/5)Como um espaço importante para a formação de cidadãos, a escola deve ser um ambiente no qual é possível aprender e colocar em prática a igualdade e o respeito em todos os sentidos. O dia 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional contra a Homofobia pois remonta à data em que a homossexualidade foi removida da lista de doenças mentais pela OMS (Organização Mundial da Saúde), em 1990.São muitos os recursos que podem ser utilizados para pautar as questões de diversidade sexual e de gênero em sala de aula. Workshops, palestras, filmes e livros que abordem a temática LGBTQIAPN+ podem ser trabalhados nesse sentido. Depois de apresentar os conceitos e ideias, é importante abrir um espaço em que os estudantes se sintam confortáveis para compartilhar suas experiências e tirar dúvidas sobre o tema.Os professores de Ciências Humanas do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio podem contar com o apoio do curso gratuito “Competências Digitais em Ciências Humanas” para utilizar tecnologias digitais com foco no desenvolvimento do pensamento crítico e na compreensão de fenômenos sociais, políticos e econômicos. Além disso, a partir do uso pedagógico da tecnologia pode desenvolver experiências de aprendizagem ativas e interativas, tornando-se um suporte para o exercício da ética e do respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.Dia Mundial da Reciclagem (17/5) A reciclagem é apenas um dos aspectos ligados à consciência sobre preservação ambiental, mas que merece atenção principalmente quando se trata de descarte e gerenciamento correto de resíduos. O Dia Mundial da Reciclagem foi estabelecido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) como forma de incentivar a conscientização e reflexão a respeito do ciclo de vida dos produtos e o impacto do consumo.A reciclagem, aliás, é tema de muitas pesquisas e ações que incentivam um olhar mais atento para a sustentabilidade dentro das escolas. Já pensou em envolver ainda mais os seus alunos nessa causa, e ao mesmo tempo incentivar a pesquisa científica? Pois o curso “Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir” explora meios de despertar a curiosidade dos estudantes utilizando conceitos da pesquisa científica e ampliando a sua percepção sobre a presença da ciência no dia a dia.Uma ótima inspiração para os educadores que queiram trabalhar o tema é a atividade pedagógica “Programação e Sensibilização Ambiental”, que busca sensibilizar os estudantes sobre os impactos do plástico no planeta e estimular a reflexão sobre práticas de consumo consciente. Saiba mais aqui.Dia Internacional do Museu (18/5) Acesse aqui um conteúdo especial sobre o Dia Internacional do Museu.Dia Internacional da Biodiversidade (22/5)Instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas), a data reforça a urgência de se conservar e proteger a diversidade de vida no planeta. 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Ela está no impresso, na televisão, no outdoor, em todos os lugares.” Nesse sentido, o trabalho em sala de aula não se limita a identificar o que é falso ou verdadeiro, mas a compreender como as narrativas são construídas e como os próprios estudantes podem participar desse processo de forma ética e responsável.Impactos que ultrapassam a aprendizagemOs resultados do projeto ajudam a dimensionar o potencial desse tipo de iniciativa. Além do desenvolvimento da leitura e da escrita, os estudantes ampliaram vocabulário, repertório e, principalmente, autoestima.“Eles se sentem no centro de algo, sendo vistos por gente do mundo inteiro.” Um dos textos revisados pelos alunos integrou uma reportagem premiada no Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde. Mas, para além dos reconhecimentos formais, o impacto mais relevante está na mudança de percepção dos próprios estudantes sobre si mesmos e sobre o mundo.Eles deixam de ser apenas consumidores de informação para se tornarem participantes ativos, capazes de questionar, propor e criar.Por onde começar um projeto de educação midiática?Se a ideia de trabalhar educação midiática parece desafiadora, a prática mostra que o primeiro passo pode ser mais simples do que parece. E começa, muitas vezes, com mudança de postura.A partir da sua experiência em sala de aula, Marcela aponta alguns caminhos:Promova uma escuta ativa como ponto de partidaOuvir os estudantes ajuda a conectar o projeto com o que realmente faz sentido para eles.Trabalhe com conteúdos reaisExplorar notícias, vídeos, memes e posts de redes sociais aproxima o aprendizado do cotidiano.Crie espaço para diálogoFazer debates, pesquisas e trocas pode fortalecer o pensamento crítico.Garanta a continuidadeDesenvolver projetos consistentes demanda tempo.Estimule o protagonismoColocar os alunos como autores, revisores ou curadores de conteúdo transforma a relação com a informação.Busque parceriasFazer conexões com jornalistas, projetos e outras escolas podem ampliar o alcance das ações.Um convite para experimentarA educação midiática não exige um laboratório completo, nem ferramentas sofisticadas para começar. Como mostra a experiência em Santa Izabel, ela pode nascer com textos impressos, conversas em sala de aula e disposição para escutar.O mais importante é o movimento: sair de uma lógica em que os estudantes apenas recebem informação e avançar para um cenário em que eles analisam, questionam e participam.“De nada adianta aprender a marcar um X ou escrever uma redação somente para uma prova, se não houver relação e continuidade daquilo que é ensinado no espaço escolar com a vida para além dela”, finaliza Marcela.Nesse sentido, a formação gratuita “Redes Sociais para o Uso Consciente e Criativo” apoia os professores na realização desse processo . Ao explorar o papel das redes sociais na contemporaneidade e sua influência na formação educacional, o curso apresenta estratégias para abordar o uso consciente e crítico das redes sociais na Educação Básica, considerando seus impactos sociais, cognitivos e emocionais.

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