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Certificado De Autorização Secap/Me Nº 01.013577/2021

Imagem horizontal com visão de cima de casal de alunos jogando um jogo de tabuleiro.
Jogos e brincadeiras: para além da seriação
Jogos e brincadeiras: para além da seriação
Indique este curso:

*** 100% gratuito | Alinhado à BNCC ***

Jogos e brincadeiras favorecem o desenvolvimento? Estimulam a criatividade? O jogo deve ter caráter didático ou pode ter um fim em si mesmo? Além de ser "jogados", jogos físicos ou digitais podem ser criados por crianças e jovens? Quais as possibilidades e os limites de uma e de outra forma?

Essas são algumas das indagações que o curso Jogos e brincadeiras: para além da seriação propõe a você, professor(a). Vamos discutir e analisar a potencialidade de jogos e brincadeiras na constituição da infância, de maneira a estabelecer vínculos cada vez mais frutíferos entre brincar, aprender e crescer.

>>> Para recomendar a colegas, clique nos ícones acima.

Como esse curso inova
Inova ao trazer práticas e inspirações para subsidiar transformações metodológicas e curriculares com foco no desenvolvimento integral dos estudantes.
22 de novembro a 20 de dezembro

Uni o útil ao agradável, trazendo minha paixão e pesquisa por hortas para tratar sobre o conhecimento que os alunos já têm empiricamente, mas que precisa ser valorizado. Após fazer o curso, percebi que os alunos poderiam protagonizar a construção de jogos e que meu papel de professor seria apenas o de coordenar a atividade.

Murilo Rodrigues, PA.

OBJETIVOS

A partir do curso, espera-se que o professor:

  • reconheça a potencialidade de brincadeiras e jogos para o desenvolvimento de competências relacionais e cognitivas;
  • analise o papel dos jogos no desenvolvimento da descentração, com etapas que vão da brincadeira para a satisfação pessoal até a construção da noção de regras;
  • compreenda a competição e a cooperação da perspectiva dos jogos e conheça possibilidades de elaboração de jogos físicos e digitais.

A partir da aplicação de aprendizagens construídas no curso pelo educador, espera-se que o estudante:

  • conheça meios e recursos para criar jogos físicos e digitais, pessoalmente ou em grupo;
  • seja capaz de participar da criação e da manutenção de regras;
  • apresente atitude cooperativa em jogos e demais atividades coletivas;
  • entenda o brincar e o aprender como ações que podem ser conciliadas.

 

UNIDADES

Unidade 1: A importância do brincar

Na unidade 1, é discutida a importância do brincar para o desenvolvimento psíquico, social e cognitivo da criança. Procura-se compreender como as crianças de hoje brincam, como podemos resgatar as brincadeiras tradicionais e como o brincar pode ser parte do cotidiano da nossa sala de aula, potencializando o crescimento saudável dos estudantes.

Unidade 2: Competir ou cooperar?

Na unidade 2, é feito um apanhado das estruturas dos jogos no decurso do desenvolvimento da criança e explorada a potencialidade dos jogos cooperativos para o seu crescimento social e relacional. Também são compartilhadas inspirações para o trabalho com jogos de regras da perspectiva da cooperação.

Unidade 3: Aprendizes construtores de jogos

A unidade 3 aborda um novo enfoque para o jogar na escola: a construção dos próprios jogos por crianças e jovens. Além de discutir os benefícios que a elaboração de jogos – incluídos nesse contexto os jogos digitais – pode trazer aos aprendizes, a unidade compartilha inspirações para a prática docente, enfatizando a ação e a reflexão por parte dos alunos na condição de produtores de jogos.

 

ALINHAMENTO À BNCC

Desde a educação infantil, o brincar constitui um dos direitos fundantes de aprendizagem e desenvolvimento, em que se realçam suas contribuições afetivas e intelectuais. O brincar – a base da imaginação, da inventividade e da criação – pode e deve se manter presente no restante da escolarização, nos diferentes campos. Nos componentes de Arte e Educação Física, há competências que o abordam com muita visibilidade.

Na Arte, uma das competências específicas traz a experiência da ludicidade, da percepção, da expressividade e da imaginação, de maneira a conferir novos sentidos aos espaços da escola e de fora dela. Embora referido o âmbito da Arte, entendemos a possibilidade de generalizar essa experiência – que pode ser vivenciada no contexto dos jogos e das brincadeiras –, dada a sua riqueza, para o desenvolvimento intelectual e emocional dos aprendizes. Outras competências do componente pontuam a mobilização de recursos tecnológicos, que aqui destacamos da perspectiva da criação, e o desenvolvimento da autonomia, da crítica, da autoria e do trabalho colaborativo, igualmente possibilitado e favorecido pelo brincar.

As competências do componente de Educação Física, por sua vez, focalizam as aprendizagens de práticas corporais, viabilizadas por uma diversidade de jogos e brincadeiras. Estão entre elas o emprego de estratégias para resolver desafios, a interpretação e recriação de valores e significados de diferentes práticas, sua potencialização no envolvimento em contextos de lazer, de modo a ampliar a sociabilidade e a promoção da saúde, a experimentação e a criação de brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, entre outras práticas, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.  

No ensino médio, na área de Linguagens e suas Tecnologias (BRASIL, 2018, p. 490), as aprendizagens do curso conectam-se à competência de compreensão dos processos de produção e negociação de sentidos nas práticas corporais, assumindo-as como formas de expressão de valores e identidades, em uma perspectiva democrática e de respeito à diversidade. Incentivam a apreciação estética de produções artísticas e culturais, considerando suas características locais, regionais e globais, assim como a mobilização de conhecimentos sobre linguagens artísticas para significar e (re)construir produções, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas. Também encorajam a mobilização de práticas de linguagem no universo digital para expandir as formas de produzir sentidos, de engajar-se em práticas autorais e coletivas, e de aprender a aprender nos campos da ciência, cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coletiva.

 


 

ATIVIDADE AVALIATIVA

A infância e a brincadeira

Reflexão e compartilhamento de relato construído com base no referencial apresentado e nas experiências educacionais pessoais a partir da argumentação sobre questões propostas, concernentes a conceito de infância, brincadeiras ao longo do tempo, criação de jogos e brincadeiras, jogos e finalidade pedagógica.

Conheça as principais características deste curso e encontre cursos semelhantes:
Carga Horária:
20 horas


Modalidade:
Mediado



Caminhos para a Inovação:
Tempo e Espaço Práticas Currículo

Autoria:

Profa. Dra. Silvia de Oliveira Kist e Profa. Dra. Patrícia Behling Schäfer


Certificação:

Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

Curso Gratuito
Certificado Incluso
Indique este curso:

*** 100% gratuito | Alinhado à BNCC ***

Jogos e brincadeiras favorecem o desenvolvimento? Estimulam a criatividade? O jogo deve ter caráter didático ou pode ter um fim em si mesmo? Além de ser "jogados", jogos físicos ou digitais podem ser criados por crianças e jovens? Quais as possibilidades e os limites de uma e de outra forma?

Essas são algumas das indagações que o curso Jogos e brincadeiras: para além da seriação propõe a você, professor(a). Vamos discutir e analisar a potencialidade de jogos e brincadeiras na constituição da infância, de maneira a estabelecer vínculos cada vez mais frutíferos entre brincar, aprender e crescer.

>>> Para recomendar a colegas, clique nos ícones acima.

Como esse curso inova
Inova ao trazer práticas e inspirações para subsidiar transformações metodológicas e curriculares com foco no desenvolvimento integral dos estudantes.
22 de novembro a 20 de dezembro

Uni o útil ao agradável, trazendo minha paixão e pesquisa por hortas para tratar sobre o conhecimento que os alunos já têm empiricamente, mas que precisa ser valorizado. Após fazer o curso, percebi que os alunos poderiam protagonizar a construção de jogos e que meu papel de professor seria apenas o de coordenar a atividade.

Murilo Rodrigues, PA.

OBJETIVOS

A partir do curso, espera-se que o professor:

  • reconheça a potencialidade de brincadeiras e jogos para o desenvolvimento de competências relacionais e cognitivas;
  • analise o papel dos jogos no desenvolvimento da descentração, com etapas que vão da brincadeira para a satisfação pessoal até a construção da noção de regras;
  • compreenda a competição e a cooperação da perspectiva dos jogos e conheça possibilidades de elaboração de jogos físicos e digitais.

A partir da aplicação de aprendizagens construídas no curso pelo educador, espera-se que o estudante:

  • conheça meios e recursos para criar jogos físicos e digitais, pessoalmente ou em grupo;
  • seja capaz de participar da criação e da manutenção de regras;
  • apresente atitude cooperativa em jogos e demais atividades coletivas;
  • entenda o brincar e o aprender como ações que podem ser conciliadas.

 

UNIDADES

Unidade 1: A importância do brincar

Na unidade 1, é discutida a importância do brincar para o desenvolvimento psíquico, social e cognitivo da criança. Procura-se compreender como as crianças de hoje brincam, como podemos resgatar as brincadeiras tradicionais e como o brincar pode ser parte do cotidiano da nossa sala de aula, potencializando o crescimento saudável dos estudantes.

Unidade 2: Competir ou cooperar?

Na unidade 2, é feito um apanhado das estruturas dos jogos no decurso do desenvolvimento da criança e explorada a potencialidade dos jogos cooperativos para o seu crescimento social e relacional. Também são compartilhadas inspirações para o trabalho com jogos de regras da perspectiva da cooperação.

Unidade 3: Aprendizes construtores de jogos

A unidade 3 aborda um novo enfoque para o jogar na escola: a construção dos próprios jogos por crianças e jovens. Além de discutir os benefícios que a elaboração de jogos – incluídos nesse contexto os jogos digitais – pode trazer aos aprendizes, a unidade compartilha inspirações para a prática docente, enfatizando a ação e a reflexão por parte dos alunos na condição de produtores de jogos.

 

ALINHAMENTO À BNCC

Desde a educação infantil, o brincar constitui um dos direitos fundantes de aprendizagem e desenvolvimento, em que se realçam suas contribuições afetivas e intelectuais. O brincar – a base da imaginação, da inventividade e da criação – pode e deve se manter presente no restante da escolarização, nos diferentes campos. Nos componentes de Arte e Educação Física, há competências que o abordam com muita visibilidade.

Na Arte, uma das competências específicas traz a experiência da ludicidade, da percepção, da expressividade e da imaginação, de maneira a conferir novos sentidos aos espaços da escola e de fora dela. Embora referido o âmbito da Arte, entendemos a possibilidade de generalizar essa experiência – que pode ser vivenciada no contexto dos jogos e das brincadeiras –, dada a sua riqueza, para o desenvolvimento intelectual e emocional dos aprendizes. Outras competências do componente pontuam a mobilização de recursos tecnológicos, que aqui destacamos da perspectiva da criação, e o desenvolvimento da autonomia, da crítica, da autoria e do trabalho colaborativo, igualmente possibilitado e favorecido pelo brincar.

As competências do componente de Educação Física, por sua vez, focalizam as aprendizagens de práticas corporais, viabilizadas por uma diversidade de jogos e brincadeiras. Estão entre elas o emprego de estratégias para resolver desafios, a interpretação e recriação de valores e significados de diferentes práticas, sua potencialização no envolvimento em contextos de lazer, de modo a ampliar a sociabilidade e a promoção da saúde, a experimentação e a criação de brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, entre outras práticas, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.  

No ensino médio, na área de Linguagens e suas Tecnologias (BRASIL, 2018, p. 490), as aprendizagens do curso conectam-se à competência de compreensão dos processos de produção e negociação de sentidos nas práticas corporais, assumindo-as como formas de expressão de valores e identidades, em uma perspectiva democrática e de respeito à diversidade. Incentivam a apreciação estética de produções artísticas e culturais, considerando suas características locais, regionais e globais, assim como a mobilização de conhecimentos sobre linguagens artísticas para significar e (re)construir produções, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas. Também encorajam a mobilização de práticas de linguagem no universo digital para expandir as formas de produzir sentidos, de engajar-se em práticas autorais e coletivas, e de aprender a aprender nos campos da ciência, cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coletiva.

 


 

ATIVIDADE AVALIATIVA

A infância e a brincadeira

Reflexão e compartilhamento de relato construído com base no referencial apresentado e nas experiências educacionais pessoais a partir da argumentação sobre questões propostas, concernentes a conceito de infância, brincadeiras ao longo do tempo, criação de jogos e brincadeiras, jogos e finalidade pedagógica.

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Carga Horária:
20 horas


Modalidade:
Mediado



Caminhos para a Inovação:
Tempo e Espaço Práticas Currículo

Autoria:

Profa. Dra. Silvia de Oliveira Kist e Profa. Dra. Patrícia Behling Schäfer


Certificação:

Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

Jogos e brincadeiras: para além da seriação
Curso Gratuito
Certificado Incluso

Carga Horária

20h