Coronavírus: a educação como ferramenta de combate à desinformação

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Os índices do Coronavírus no Brasil e no mundo aumentaram sucessivamente nas últimas semanas. O alerta sobre a nova pandemia é global e as medidas de precaução são essenciais - sejam elas voltadas à saúde, sejam elas voltadas à informação. O fato de milhares de pessoas terem sido infectadas em curto período de tempo trouxe grande espanto na sociedade, e nesse contexto, a quantidade de informações novas sobre a COVID-19 se tornou frequente. A partir desse grande volume de informações e do medo das consequências dessa pandemia, surge um espaço conveniente para a propagação de notícias falsas, popularmente chamadas de fake news.


Mas como combater as notícias falsas?

O melhor caminho é procurar por fontes seguras de informação e agências de checagem. Nesse sentido, a relação das informações seguras com a educação tem como elo a conscientização: tanto para lidar com as fake news quanto para lidar com os discursos de ódio e preconceito atrelados ao coronavírus. 

Para Michele Marques Pereira, diretora de Assuntos Profissionais e Formação Continuada da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom), tanto os episódios que envolvem discurso de ódio, quanto o compartilhamento de fake news são oportunidades de pensar conceitos como empatia e a importância da apuração. “A informação e o conhecimento são valiosos para quebrar preconceitos que assolam nossa sociedade”.

Acesse a matéria completa, disponível no site da Fundação Telefônica Vivo e confira uma lista de sites, agências de checagem e outras plataformas relevantes para ficar bem informado(a) e verificar o que é notícia de verdade.

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