Novembro: confira datas importantes para trabalhar durante o mês

01/11/22

Antecipe o calendário e faça o seu planejamento pedagógico com os cursos da plataforma Escolas Conectadas 

Atualizado em 28/10/2025

A reta final do ano se inicia em novembro. Para os educadores, esse é o momento de respirar fundo e juntar a energia necessária para encerrar o ano letivo. 

Mas não se preocupe, você não está sozinho! Além de toda a comunidade escolar ao seu redor, também estamos aqui para apoiar com dicas e sugestões de atividades para o penúltimo mês do ano. Aproveitando as datas comemorativas de novembro, há inúmeras possibilidades de práticas educativas para serem desenvolvidas em sala de aula. 

Conheça algumas a seguir:

Dia da Ciência e Cultura (05/11)

Uma data que celebra duas práticas que transformam a sociedade. Esse é o Dia da Ciência e Cultura, que tem a intenção de estimular a expressão cultural e a produção do conhecimento científico em todo o país. 

Assim como a cultura, o desenvolvimento da ciência possibilita novas formas de pensar e agir. Ambas são manifestações essenciais para a busca de respostas e para o crescimento das futuras gerações. Ainda, a partir da união dessas duas práticas é possível realizar análises para identificar o comportamento em um determinado território, como os seus gostos, preferências e maneiras de solucionar um conflito. 

Este é um bom dia para realizar algo semelhante na sua escola. Que tal realizar uma pesquisa científica para descobrir quais são as preferências da sua turma em relação à músicas, filmes, esportes, entre outros temas de grande relevância cultural? Os cursos gratuitos “Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir” e “Elementar, meu caro! Dados: um universo em expansão” apoiarão nesse processo.

Dia do Diretor de Escola (12/11)

Neste ano, já tivemos datas para comemorar os professores, os estudantes e também as crianças. Chegou a hora de expandir esse leque para mais um importante profissional que compõe o universo da educação: o diretor de escola!

Essa data homenageia quem lidera e administra as instituições educativas, garantindo a qualidade do ensino e o bem-estar dos estudantes, professores e funcionários. Que tal aproveitar essa efeméride e, para além dos sempre bem-vindos agrados e carinhos, mostrar o trabalho do diretor para a sua turma? Dê preferência a uma apresentação que reforce a importância deste profissional para a escola superar desafios e alcançar uma educação de qualidade.

A plataforma Escolas Conectadas possui dois cursos gratuitos e on-line direcionados a diretores que buscam entender como a tecnologia pode impulsionar a gestão escolar: “Competências digitais para potencializar a gestão escolar e promover a inovação” e “Ciência de Dados e Visualização da Informação na Educação para Gestores”.

Dia Nacional da Alfabetização (14/11)

A alfabetização é uma das mais importantes etapas no processo educativo, justamente por ser a base de todos os demais conhecimentos. A data foi instituída em 1966, como uma referência ao decreto que criou o Ministério dos Negócios da Educação e da Saúde Pública (atualmente conhecido como Ministério da Educação), publicado em 14 de novembro de 1930.

Neste dia, podem ser realizadas atividades de leitura e escrita que auxiliam no desenvolvimento das habilidades de leitura nos estudantes. A formação gratuita “Competências Digitais em Língua Portuguesa” apoia os docentes dos anos iniciais do Ensino Fundamental que tem interesse em entender como ferramentas digitais podem apoiar as práticas pedagógicas neste importante momento.

Dia Nacional da Consciência Negra (20/11)

Em 20 de novembro de 1695, morria Zumbi dos Palmares, um dos maiores líderes quilombolas que o Brasil já viu. Hoje, exatos 330 anos depois, a data de sua morte virou um símbolo de luta para os movimentos de resistência negra e antirracista do país e, consequentemente, para a sociedade brasileira como um todo. 

A mesma legislação que instituiu essa data – a lei 10.639 – também tornou obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nos currículos escolares. Este tema também é referenciado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 

Para trabalhar essa data em sala de aula, é interessante ter uma proposta transversal e multidisciplinar sobre o tema: desde a Língua Portuguesa, com produção textual sobre a questão racial; as Artes, com cultura e expressão artística de povos africanos; a Geografia e a História, com informações específicas sobre esse continente; e até mesmo a Matemática, com o estudo de dados socioeconômicos que mostram a desigualdade histórica da qual a população preta é alvo no Brasil. 

Uma dica para os educadores se aprofundarem ainda mais neste tema tão essencial para os dias atuais – e de quebra entender como as tecnologias podem impulsionar a educação antirracista – são os novos cursos gratuitos da plataforma Escolas Conectadas: “Educação Antirracista Mediada por Tecnologias: Conceito e Fundamentos” e “Tecnologias como Aliada da Educação Antirracista: Práticas e Perspectivas”.

Dia do Músico (22/11)

Desde as canções infantis e as brincadeiras com os sons do corpo até as batalhas de rima, as harmonias e melodias musicais preenchem o espaço sonoro das escolas. Então, nada mais justo do que celebrar os profissionais que dão vida às músicas, certo? 

Nesse dia, vale convidar músicos para compartilhar suas experiências e inspirar os estudantes, além, é claro, de dar uma “palhinha” em sala de aula. Outra possibilidade é incentivar os alunos a compor suas próprias músicas, organizando concursos de composição ou projetos colaborativos onde grupos criem uma peça musical em conjunto. 

Se você quer dar ainda mais protagonismo aos seus estudantes, inscreva-se no curso gratuito “Metodologias ativas: aprendizes protagonistas”, que apresenta o que são metodologias ativas e mostra as estratégias e caminhos para sua aplicação em sala de aula.

Dia Internacional da Onça-Pintada (29/11)

Um dos animais que é símbolo do Brasil também tem um dia em sua homenagem: a onça-pintada. Considerada o maior felino das Américas, a onça-pintada é um animal ameaçado de extinção no Brasil e no mundo, principalmente por causa da caça ilegal e do aumento do desmatamento e queimadas. 

Aproveite este gancho para reforçar em sua aula a importância da biodiversidade e da preservação da natureza! As atividades podem incluir leitura de histórias sobre a onça-pintada, discussões em grupo, produção de cartazes e desenhos. Para enriquecer o projeto, os educadores podem convidar um especialista em fauna para falar sobre as características desse animal e, se possível, promover uma visita a um zoológico ou reserva ambiental, para que os alunos possam ver de perto a onça-pintada e outros animais. 

Aos professores de Ciências da Natureza que queiram explorar o potencial da tecnologia para suas práticas pedagógicas, nossa sugestão são os cursos “Competências Digitais em Ciências da Natureza”, disponíveis para docentes dos anos iniciais e anos finais do Ensino Fundamental e também do Ensino Médio.

Compartilhe essas ideias com seus colegas e apoie outros educadores a chegarem ainda mais preparados para o próximo mês!

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O novo curso gratuito da plataforma Escolas Conectadas, “Aprendizagem mão na massa conectada à BNCC Computação”, nasce com a proposta de apoiar educadores nessa transição, trazendo abordagens práticas, metodologias ativas e o uso pedagógico de tecnologias (incluindo Inteligência Artificial) – de forma acessível e aplicável ao dia a dia escolar.Para entender melhor os caminhos possíveis, os desafios e as potências dessa transformação, conversamos com a professora Débora Garófalo, autora do curso e uma das principais referências no tema no Brasil. No início de 2026, ela foi reconhecida como a educadora mais influente do mundo por desenvolver um trabalho de robótica com sucata e usar as redes sociais para ampliar o aprendizado dentro e fora da sala de aula.Confira a entrevista a seguir!De onde surgiu a iniciativa de transformar sua experiência em sala de aula em um curso online?A iniciativa nasceu da própria prática. 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Antecipe o calendário e faça o seu planejamento pedagógico com os cursos da plataforma Escolas Conectadas Atualizado em 28/04/2026O calendário de maio está repleto de oportunidades para conectar o currículo a questões contemporâneas, do racismo à preservação da biodiversidade. Ao conhecer as principais datas do mês, você pode realizar um planejamento pedagógico multidisciplinar e tornar os conteúdos mais interessantes para os estudantes.Confira a seguir a Agenda do Educador e veja quais são as datas mais importantes de maio, além de ficar por dentro de estratégias práticas para a sala de aula.Dia Mundial da Língua Portuguesa (5/5)Maio também é um mês para celebrar a nossa língua! A CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) instituiu a data em 2009 para celebrar o idioma como fundamento de identidade. Em sala de aula, vale a pena trabalhar não somente a formação de língua em si, mas todos os contextos históricos, sociais e culturais nos quais ela teve origem. Além disso, é importante atentar para a diversidade linguística dentro do português, com diferentes sotaques e regionalismos tanto no Brasil quanto fora dele.Aliás, você já pensou em contar com o apoio de ferramentas digitais para ensinar português? Pois o curso “Competências Digitais em Língua Portuguesa” auxilia professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio a usar tecnologias digitais de forma crítica e eficaz, seguindo as diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A formação gratuita também ajuda a planejar aulas personalizadas e diferenciadas, além de aplicar e avaliar os resultados dessas práticas em sala de aula.Dia Nacional da Matemática (6/5)Em 6 de maio de 1895, nasceu o matemático Júlio Cézar de Mello e Souza, mais conhecido pelo pseudônimo Malba Tahan. Ele marcou a história da educação por seus romances infantojuvenis que ajudaram a divulgar conhecimentos matemáticos no Brasil. O pensamento matemático não está restrito à disciplina e pode ser desenvolvido por todo mundo. Há muitas formas de incentivar o interesse pela Matemática em sala de aula, com atividades como gincanas, jogos de lógica e problemas a serem resolvidos com soluções criativas.Com o curso gratuito “Competências Digitais em Matemática”, professores do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio aprenderão a criar aulas interativas e personalizadas. As aulas exploram ferramentas como Tinkercad (modelagem 3D) e Trello (gestão de projetos). Além disso, a formação aborda a importância da personalização e diferenciação no ensino de Matemática, fornecendo orientações para a utilização de novas tecnologias e metodologias que criem experiências de aprendizagem ativas, buscando melhorar o raciocínio lógico e a resolução de problemas. Vale conferir!Abolição da Escravatura (13/5)Em 13 de maio de 1888, a escravatura no Brasil foi oficialmente abolida com a assinatura da Lei Áurea. Apesar de ser um momento crucial na história do país, a assinatura não resultou em mudanças imediatas. Mais de um século depois desse marco histórico, ainda podemos notar as consequências desse período. Falar sobre essa data na escola é promover discussões sobre o racismo na sociedade brasileira e avaliar os reflexos e as consequências atuais da escravatura. E se você procura uma formação que une Educação Antirracista com o uso pedagógico de tecnologia, pode contar com os cursos gratuitos “Educação Antirracista Mediada por Tecnologias: Conceito e Fundamentos” e “Tecnologias como Aliada da Educação Antirracista: Práticas e Perspectivas”. Todos conectam o letramento racial ao uso crítico de ferramentas digitais.Dia Internacional da Família (15/5)Instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1993, o Dia Internacional da Família convoca as instituições a debaterem os desafios que atravessam os lares ao redor do mundo. No ambiente escolar, a data é uma oportunidade para acolher a pluralidade de configurações familiares e abrir as portas à comunidade.Em vez de atividades meramente protocolares, a escola pode promover o resgate de histórias sobre as famílias e propor a construção de árvores genealógicas. Também é interessante desenvolver planos de aula sobre as mudanças do conceito de família ao longo do tempo e em diferentes culturas.Aliás, como a mediação do uso de tecnologias e das redes sociais é um dos maiores desafios das famílias nos tempos atuais, o curso “Cidadania Digital” ajuda o educador a orientar sua turma sobre o comportamento ético e seguro nas redes.Dia Internacional contra a Homofobia (17/5)Como um espaço importante para a formação de cidadãos, a escola deve ser um ambiente no qual é possível aprender e colocar em prática a igualdade e o respeito em todos os sentidos. O dia 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional contra a Homofobia pois remonta à data em que a homossexualidade foi removida da lista de doenças mentais pela OMS (Organização Mundial da Saúde), em 1990.São muitos os recursos que podem ser utilizados para pautar as questões de diversidade sexual e de gênero em sala de aula. Workshops, palestras, filmes e livros que abordem a temática LGBTQIAPN+ podem ser trabalhados nesse sentido. Depois de apresentar os conceitos e ideias, é importante abrir um espaço em que os estudantes se sintam confortáveis para compartilhar suas experiências e tirar dúvidas sobre o tema.Os professores de Ciências Humanas do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio podem contar com o apoio do curso gratuito “Competências Digitais em Ciências Humanas” para utilizar tecnologias digitais com foco no desenvolvimento do pensamento crítico e na compreensão de fenômenos sociais, políticos e econômicos. Além disso, a partir do uso pedagógico da tecnologia pode desenvolver experiências de aprendizagem ativas e interativas, tornando-se um suporte para o exercício da ética e do respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.Dia Mundial da Reciclagem (17/5) A reciclagem é apenas um dos aspectos ligados à consciência sobre preservação ambiental, mas que merece atenção principalmente quando se trata de descarte e gerenciamento correto de resíduos. O Dia Mundial da Reciclagem foi estabelecido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) como forma de incentivar a conscientização e reflexão a respeito do ciclo de vida dos produtos e o impacto do consumo.A reciclagem, aliás, é tema de muitas pesquisas e ações que incentivam um olhar mais atento para a sustentabilidade dentro das escolas. Já pensou em envolver ainda mais os seus alunos nessa causa, e ao mesmo tempo incentivar a pesquisa científica? Pois o curso “Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir” explora meios de despertar a curiosidade dos estudantes utilizando conceitos da pesquisa científica e ampliando a sua percepção sobre a presença da ciência no dia a dia.Uma ótima inspiração para os educadores que queiram trabalhar o tema é a atividade pedagógica “Programação e Sensibilização Ambiental”, que busca sensibilizar os estudantes sobre os impactos do plástico no planeta e estimular a reflexão sobre práticas de consumo consciente. Saiba mais aqui.Dia Internacional do Museu (18/5) Acesse aqui um conteúdo especial sobre o Dia Internacional do Museu.Dia Internacional da Biodiversidade (22/5)Instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas), a data reforça a urgência de se conservar e proteger a diversidade de vida no planeta. O termo “biodiversidade” foi criado na década de 1980, para se referir ao número de espécies de seres vivos, incluindo todos os vegetais, animais e microrganismos.Como detentor de uma das maiores biodiversidades do mundo, o Brasil oferece um laboratório vivo para a escola.. Já pensou em incentivar seus estudantes a pesquisarem sobre o próprio ecossistema em que estão inseridos? E conversarem sobre os animais e plantas com que convivem no ambiente escolar? Isso humaniza o aprendizado. 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Explore museus on-line e presenciais e desenvolva competências digitais, pensamento crítico e protagonismo dos estudantes.No dia 18 de maio, o mundo celebra o Dia Internacional dos Museus. A data nos convida a refletir sobre o papel desses espaços na preservação da memória, da cultura e do conhecimento.Na escola, essa também é uma ótima oportunidade para ampliar repertórios e criar experiências de aprendizagem mais significativas. Com o apoio da tecnologia, os museus deixam de ser apenas destinos de visitas ocasionais e passam a fazer parte do cotidiano das aulas – inclusive de forma virtual.Confira outras datas comemorativas de maio e deixe a sua aula mais atrativa.Por que trabalhar com museus na escola?Museus são, por natureza, interdisciplinares. Eles permitem conectar conteúdos tão diversos quanto história, arte, ciências, geografia, linguagens e até matemática, ao mesmo tempo em que desenvolvem habilidades essenciais para o século 21, como curadoria e análise crítica; leitura de imagens e interpretação; cultura digital e pensamento investigativo.Mais do que a visita em si, o desafio pedagógico é transformar a experiência em investigação: fazer perguntas, levantar hipóteses, comparar contextos e produzir novos sentidos.Museus virtuais: como a tecnologia amplia o acesso ao conhecimentoVocê sabia que, hoje, dá para explorar exposições, analisar obras em alta resolução e realizar visitas guiadas diretamente da sala de aula? Isso só é possível porque a tecnologia tem ampliado significativamente o acesso a acervos culturais do mundo todo. A seguir, conheça algumas plataformas e museus que podem enriquecer suas aulas:Google Arts & Culture: reúne acervos de milhares de instituições e permite criar coleções personalizadas com os estudantes.Museu do Louvre: oferece visitas virtuais por galerias icônicas, ideais para trabalhar história e arte.Museu Nacional de História Natural: excelente para explorar temas ligados à ciência e à biodiversidade.Museu do Amanhã: conecta ciência, tecnologia e sustentabilidade em uma abordagem contemporânea.Pinacoteca de São Paulo: disponibiliza acervo e conteúdos educativos que dialogam com a realidade brasileira.Como usar museus (virtuais ou presenciais) em atividades pedagógicasVeja algumas ideias práticas:1. Roteiro investigativoProponha perguntas antes da visita:O que essa obra revela sobre sua época?Quais elementos chamam mais atenção?Que conexões podemos fazer com o presente?2. Curadoria dos estudantesPeça que os alunos criem sua própria exposição virtual, selecionando obras e justificando suas escolhas.Essa proposta pode ser enriquecida através da “Imersão Ferramentas Digitais na Prática para Professores”, que apresenta caminhos para criação de conteúdos usando ferramentas digitais em sala de aula. Outra possibilidade é o curso “Olá, mundo! Lógica de programação e autoria”, que estimula o pensamento estruturado e a produção autoral com tecnologia.3. Produção multimídiaApós a visita, os estudantes podem criar podcasts, vídeos ou apresentações digitais analisando o que observaram.4. Conexão com o territórioMesmo explorando museus internacionais, incentive comparações com a realidade local, promovendo um olhar crítico sobre cultura e história.Competências digitais e BNCC: o que os museus têm a ver com isso?Ao trabalhar com museus virtuais, o professor também desenvolve competências previstas na BNCC, como uso crítico e ético das tecnologias; curadoria e produção de informação; comunicação em diferentes linguagens e pensamento críticoPara transformar uma visita em aprendizagem significativa, o planejamento é essencial, e a formação continuada pode ser uma grande aliada nesse processo. Na plataforma Escolas Conectadas, diversos cursos gratuitos, on-line e com certificação ajudam a estruturar essas práticas:“Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir”: fortalece abordagens investigativas e criativas.“Explorador Digital - Melhore sua prática com uso de tecnologias”: ideal para quem quer ampliar o uso pedagógico das ferramentas digitais.“Intencionalidade pedagógica - Potencialize suas aulas”: apoia o planejamento com objetivos claros e alinhados ao currículo.Esses cursos ajudam a transformar visitas a museus em experiências mais investigativas, criativas e conectadas à cultura digital.Mais do que visitar, aprender a olharCelebrar o Dia Internacional dos Museus na escola não deve depender apenas de uma saída pedagógica. Com o apoio da tecnologia, é possível transformar qualquer sala de aula em um espaço de exploração cultural.Mais do que visitar, o desafio é ensinar os estudantes a olhar com curiosidade, criticidade e intenção. E, com o apoio dos nossos cursos gratuitos, cada experiência pode se tornar uma oportunidade real de aprendizagem significativa.

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Projeto de educação midiática forma estudantes para revis...

Entenda como iniciar um projeto de educação midiática em sala de aulaEm uma escola pública em Santa Isabel, na região metropolitana de Belém (PA), estudantes começaram a revisar textos jornalísticos. O que poderia ser apenas uma atividade de leitura se transformou em algo maior: eles passaram a questionar escolhas, sugerir mudanças e refletir sobre os temas que impactam suas próprias vidas.O resultado? Jovens mais críticos, mais confiantes e conscientes do papel que podem ocupar na sociedade. Essa é uma das possibilidades da educação midiática: transformar a forma como os estudantes se relacionam com a informação.“Eles se viram como pessoas importantes, cuja opinião é significativa”, conta a professora Marcela Castro, responsável pelo projeto.Inclusive, experiências como essa não estão isoladas: em todo o país, professores, escolas e organizações têm desenvolvido iniciativas que colocam a educação midiática no centro do processo educativo. Para dar visibilidade a essas experiências, foi criado o Mapa Brasileiro da Educação Midiática, que reúne práticas inspiradoras e ajuda a conectar educadores interessados no tema. A segunda edição do mapa está com inscrições abertas até o dia 20 de abril, permitindo que professores e escolas compartilhem suas próprias experiências e façam parte dessa rede.Quando a mídia entra na sala de aulaA experiência aconteceu na Escola Pública Antônio Lemos, em parceria com o portal Amazônia Vox. Nela, estudantes de 14 a 16 anos assumem o papel de revisores de textos jornalísticos, analisando linguagem, identificando termos difíceis e sugerindo adaptações para tornar os conteúdos mais acessíveis.Tudo começou de forma simples, mesmo sem estrutura tecnológica. “Cheguei na sala de aula com o texto impresso, já que na minha escola à época não havia computadores. Os alunos liam e marcavam o que não compreendiam”, relata Marcela. A partir dessas leituras, os estudantes enviavam áudios com sugestões, discutiam escolhas de palavras e refletiam sobre os temas abordados. Com o tempo, a atividade evoluiu para algo mais amplo: debates, pesquisas prévias e até checagem de informações.Mais do que revisar textos, a turma passou a entender como a informação é construída e quais impactos esse processo pode gerar. “Eles perceberam que nenhum conteúdo é inocente, que tudo tem alcance e consequência.”Muito além das fake newsEmbora o combate à desinformação seja um dos pontos mais relevantes, a educação midiática vai além. Ela envolve o desenvolvimento de repertório, senso crítico e consciência sobre os diferentes interesses presentes nos inúmeros conteúdos que circulam atualmente - seja na internet ou fora dela.Como destaca Marcela: “A mídia não está somente na tecnologia digital. Ela está no impresso, na televisão, no outdoor, em todos os lugares.” Nesse sentido, o trabalho em sala de aula não se limita a identificar o que é falso ou verdadeiro, mas a compreender como as narrativas são construídas e como os próprios estudantes podem participar desse processo de forma ética e responsável.Impactos que ultrapassam a aprendizagemOs resultados do projeto ajudam a dimensionar o potencial desse tipo de iniciativa. Além do desenvolvimento da leitura e da escrita, os estudantes ampliaram vocabulário, repertório e, principalmente, autoestima.“Eles se sentem no centro de algo, sendo vistos por gente do mundo inteiro.” Um dos textos revisados pelos alunos integrou uma reportagem premiada no Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde. Mas, para além dos reconhecimentos formais, o impacto mais relevante está na mudança de percepção dos próprios estudantes sobre si mesmos e sobre o mundo.Eles deixam de ser apenas consumidores de informação para se tornarem participantes ativos, capazes de questionar, propor e criar.Por onde começar um projeto de educação midiática?Se a ideia de trabalhar educação midiática parece desafiadora, a prática mostra que o primeiro passo pode ser mais simples do que parece. 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