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Aprenda a trabalhar as competências socioemocionais em sala de aula em 2023

09/12/22

Confira as dicas das educadoras para a formação integral de seus alunos

Dentre as diretrizes determinadas na Base Nacional Comum Curricular, o desenvolvimento de competências socioemocionais figura entre uma das principais demandas educacionais da atualidade.

A prioridade pedagógica está entre as aprendizagens essenciais a serem desenvolvidas pelos alunos em idade escolar, pois impacta diretamente em seu desempenho.

Lições como expressão, respeito ao próximo, responsabilidade, integração, ação e efeito são fundamentais para que os estudantes construam sua autonomia, a empatia, a reciprocidade e seu senso de interdependência com o meio.

As competências socioemocionais complementam o processo de aprendizagem, permitindo que o estudante vivencie novas possibilidades de socialização, desenvolvimento e aprendizagem.

Se você ainda não conhece essas competências e nem sabe como aplicá-las em sala de aula, não precisa se preocupar. Descubra a seguir!

 

Conectando emoções e educação

Com o objetivo de reduzir as desigualdades de oportunidades e possibilitar que os alunos alcancem seus projetos de vida, as competências socioemocionais demandam um esforço coletivo entre educadores e coordenadores pedagógicos para serem desenvolvidas no ambiente escolar.

Dentre as cinco competências a serem trabalhadas em idade escolar estão: a autoconsciência, a autogestão, a consciência social, as habilidades de relacionamento e a tomada de decisão responsável.

Maria Ferreira da Silva, professora de Língua Portuguesa para turmas da Educação Infantil e dos anos finais do Ensino Médio, acredita que a educação socioemocional é determinante no processo de aprendizagem e desenvolvimento do estudante.

“Ao trazer a educação socioemocional para a sala de aula, consigo descobrir o que pode estar interferindo no aprendizado dessas crianças e jovens. Afinal, muitas vezes os entraves vêm da relação com a família, com os amigos. Tudo isso impacta o desempenho escolar deles”, afirma.

 

Habilidades e competências socioemocionais na prática

Para que haja uma formação integral do estudante, é fundamental que o planejamento e o plano de aula sejam baseados nas competências e habilidades determinadas na BNCC.

E o tema pode ser trabalhado em diferentes áreas do conhecimento, como prova a professora Daniela Amorim. A fim de trabalhar o autoconhecimento, ela propôs a criação da árvore genealógica de cada um dos estudantes.

“A partir de uma única atividade passamos por áreas como Ciências da Natureza, Matemática e História. Isso sem contar a oportunidade de trazer memórias familiares que despertam emoções”, explica.

A educadora que trabalha com turmas de 5º ano em duas escolas públicas na cidade de Maceió, comenta ainda que deseja criar um senso de pertencimento entre os estudantes, preparando-os para tomar decisões e assumir responsabilidades dentro da ƒssociedade.

 

Sobre o curso Currículo, saberes e competências socioemocionais

Até aqui já deve ter ficado clara a importância do desenvolvimento de competências socioemocionais. E para auxiliar você educador nesse processo, nós indicamos o curso Currículo, saberes e competências socioemocionais.  

Disponibilizado gratuitamente na plataforma Escolas Conectadas, o curso autoformativo com 16 horas de duração propõe o aprofundamento das conexões entre as competências definidas na BNCC e os aspectos sociais e relacionais da educação socioemocional.

Online e certificado pelo Centro Universitário Ítalo Brasileiro, o curso compõe o itinerário iniciado com a formação Educação socioemocional: aprendizagens-chave e já está aberto a inscrições, podendo ser concluído até o dia 31 de janeiro. Não perca esta oportunidade!

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Quais habilidades parecem estar consolidadas e quais ainda precisam ser trabalhadas?É com esse tipo de reflexão que os dados podem ganhar um novo significado para os professores: não como mais uma obrigação burocrática, mas como uma ferramenta para enxergar melhor a evolução da própria turma.Como explica Bruno Porto, professor e pesquisador do Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor) do Ifes (Instituto Federal do Espírito Santo), trabalhar com dados na educação é mais simples do que pode parecer: “O professor já produz e utiliza muitos dados, todo o tempo, mesmo sem necessariamente chamar essas informações de dados.”De números a pistas sobre a aprendizagemUsar dados na educação não significa necessariamente trabalhar com grandes bancos de informações ou dominar ferramentas complexas. 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É possível encontrar respostas ali, mas nem sempre elas aparecem de imediato.Um olhar mais apurado pode mudar essa relação com os dados. Um gráfico, por exemplo, pode mostrar a evolução de uma turma ao longo de um período. Outro pode ajudar a comparar o desempenho em diferentes habilidades. Um dashboard (painel visual interativo) pode reunir informações e permitir uma visão mais ampla do percurso de aprendizagem.O objetivo não é transformar todos os dados da escola em gráficos, mas escolher a melhor maneira de representar uma informação para responder a uma determinada pergunta.Por exemplo: se a questão é “como a turma evoluiu?”, uma visualização temporal pode tornar essa trajetória mais evidente. Se a pergunta for “quais habilidades os alunos apresentam mais dificuldade?”, uma comparação entre resultados pode ajudar a localizar os pontos que merecem atenção.“Essa visualização funciona como uma ponte entre o dado bruto e a interpretação pedagógica”, resume Bruno. Para ele, gráficos, mapas de calor e linhas de evolução podem facilitar a identificação de padrões e o acompanhamento das trajetórias dos estudantes, sem substituir a análise do professor.As narrativas nascem das perguntasSe os dados podem ajudar a enxergar melhor a turma, o storytelling com dados ajuda a organizar tudo aquilo que foi percebido em uma narrativa central e envolvente. Alguns exemplos:●      uma sequência de resultados pode contar a história de uma dificuldade que diminuiu ao longo do tempo;●      uma comparação pode revelar que determinada estratégia teve resultados diferentes para grupos distintos de estudantes;●      um conjunto de indicadores pode mostrar que, por trás de uma média geral, existem trajetórias muito diversas dentro da mesma sala.Vale reforçar que essas narrativas não estão prontas no gráfico: elas nascem da pergunta que o professor faz aos dados e do contexto que ele conhece sobre seus estudantes.Por isso, contar histórias com dados não significa simplesmente apresentar resultados de maneira mais bonita, mas sim selecionar informações relevantes, estabelecer relações entre elas e comunicá-las de forma que ajudem outras pessoas – ou o próprio professor – a compreender uma situação.A ideia também aparece na experiência de Bruno com o tema. “Se a gente tem uma nota baixa, que está ali sozinha, ela representa apenas um resultado. 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Já parou para pensar que, além de um marco para o desenvolvimento de qualquer pessoa, a alfabetização também é fundamental para o desenvolvimento social e econômico em todo o mundo? Para celebrar essa data, os educadores podem organizar concursos de poesia, atividades de leitura e propostas de produção de texto, buscando estimular processos linguísticos relacionados às práticas de letramento em diferentes anos da educação básica. Melhor ainda se forem realizadas de forma lúdica, para que os estudantes aprimorem suas habilidades com a linguagem e reflitam sobre as estruturas e usos sociais da língua.Aliás, que tal adicionar ao seu repertório algumas competências digitais que impulsionam o ensino da Língua Portuguesa? 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Nesse sentido, introduzir conceitos básicos de programação em sala de aula é uma forma de estimular o pensamento lógico e a resolução de problemas entre os estudantes. E, se a programação é o meio pelo qual a teoria da computação é aplicada para criar softwares e sistemas funcionais, por que não se aprofundar em computação com cursos 100% on-line e gratuitos? Diversas formações gratuitas da plataforma Escolas Conectadas mostram como ensinar computação deve ir muito além da programação: ela ensina a pensar com lógica, ética e criatividade, além de ajudar a fazer boas escolhas no mundo digital.Conheça todos os cursos e inscreva-se agora mesmo:BNCC Computação: Fundamentos e PráticasComputação na Educação: Relações Binárias na Prática EducacionalComputação na Educação: Fundamentos, Ética e Criatividade da IA GenerativaComputação na Educação: Redes Sociais para o Uso Consciente e CriativoDia Internacional da Democracia (15/09)Um sistema político democrático é o ponto de partida para o desenvolvimento de qualquer sociedade, baseada no respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais. Em ano de eleições no Brasil, é importante que os educadores reforcem os principais pilares da democracia aos seus estudantes, apresentando também os conceitos de cidadania e representatividade. 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