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Dia Mundial da Televisão: a importância de narrar histórias

22/11/23

Saiba como levar essa efeméride para o contexto da sala de aula

 

Os recursos multimídia estão cada vez mais presentes, dentro e fora da escola: livros, vídeos on-line, podcasts, plataformas de streaming, entre outros. Nesse cenário, a televisão pode até ser entendida como um meio secundário. Porém, ela continua a impactar grande parte da população de forma massiva.

Enquanto 94,4% dos domicílios brasileiros têm televisão, 87,2% dos brasileiros com mais de 10 anos utilizam a internet, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A conectividade ainda não é tão alta por conta da falta de conhecimento e dos custos envolvidos. Por isso, a televisão mantém seu impacto na informação e educação dos brasileiros.

Em 21 de novembro, comemora-se o Dia Mundial da Televisão. A data foi proclamada em 1996 pelas Nações Unidas durante o primeiro Fórum Mundial da Televisão, encontro que trouxe à tona sua importância. A seguir, conheça mais sobre a história da TV e saiba como levar seus recursos para a sala de aula.

 

História da TV

A televisão é um meio de comunicação tão importante que pode ser utilizada para contar a história do século XX. O primeiro protótipo foi criado em 1922, por Philo Farnsworth, considerado o pai do aparelho. Cinco anos depois, em 1927, quando a patente foi registrada, ele realizou a primeira transmissão eletrônica. Para aprimorar e comercializar sua criação, Philo fundou a Farnsworth Television e estabeleceu parcerias tecnológicas.

A primeira televisão foi comercializada em 1939. Conforme a tecnologia avançou, a TV passou por transformações. Os aparelhos mais novos têm designs finos, conectividade à internet e imagens de alta qualidade.

No Brasil, a chegada do aparelho aconteceu cerca de 10 anos depois, em 1950. Esse foi o ano de fundação da TV Tupi, em São Paulo, que aconteceu graças a equipamentos trazidos por Assis Chateaubriand de outros países. Assis era jornalista, advogado, empresário, entre outras funções, e é considerado até hoje o “pai” da televisão brasileira. Menos de um ano depois, tem início a TV Tupi Rio de Janeiro. Desde então, o consumo de informação pelo aparelho se expandiu por todo o país.

 

TV e a contação de histórias

A televisão representa um passo a mais na prática da contação de histórias, que é fundamental para o desenvolvimento da oralidade e para a troca de mensagens efetiva no contexto escolar e em outras situações. Quando expostos à narrativas envolventes, os estudantes têm a imaginação, a criatividade e as habilidades linguísticas desenvolvidas.

No contexto escolar, a presença de narrativas permite aos alunos explorar diferentes perspectivas, temas e dilemas, facilitando discussões significativas e promovendo a empatia. Ao compartilharem suas interpretações e opiniões sobre as histórias, eles desenvolvem a capacidade de argumentação, aprendem a respeitar diferentes pontos de vista e aprimoram suas habilidades de comunicação interpessoal. 

Leia mais: Animação propõe conscientizar crianças para uma vida mais saudável

 

Narro, logo existo

Contar histórias sempre foi uma forma de transmitir conhecimentos ao longo do desenvolvimento da humanidade. Essa habilidade aumenta com o passar do tempo e pode ser aprimorada para se tornar mais efetiva. Com a ascensão de recursos digitais nesse sentido, a autoria se torna ainda mais valiosa.

O curso Narro, logo existo: criando histórias digitais e recursos multimídia, disponível on-line e gratuitamente na plataforma Escolas Conectadas, explora os aspectos da construção narrativa. Ao longo das três unidades formativas, são abordados temas como a preservação da cultura oral, o autoconhecimento e percepção de mundo e o desenvolvimento de habilidades linguísticas e digitais aliado à diversão.

A partir dessa formação, você, educador (a), poderá trabalhar com suas turmas um conteúdo inovador, que propõe a criação e o compartilhamento de narrativas digitais. A partir disso, poderá encorajar a a autoria, a criatividade, o autoconhecimento e a transformação social em sala de aula.

As inscrições estão abertas! Acesse a plataforma e conheça essa e outras formações!

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Halloween e Dia do Saci: três atividades pedagógicas com ...

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Hoje, a festa também circula por diferentes países, influenciada pelo cinema, televisão, jogos e redes sociais.Na mesma data, o Brasil celebra o Dia do Saci, uma iniciativa de valorização do folclore nacional. A data convida a ampliar o espaço dedicado aos personagens e às narrativas da cultura popular brasileira.Mais do que escolher entre uma celebração e outra, a escola pode aproveitar o interesse dos estudantes para discutir a circulação das referências culturais, conhecer tradições de diferentes origens e valorizar histórias que fazem parte da identidade brasileira.E o melhor: a tecnologia pode contribuir para esse trabalho, desde que esteja associada a objetivos de aprendizagem. A seguir, confira três propostas que podem ser adaptadas a diferentes disciplinas e etapas da Educação Básica, inspiradas em conteúdos dos cursos da plataforma Escolas Conectadas.1. Mapa interativo das lendas e tradiçõesComo as histórias fantásticas mudam de uma cultura para outra? 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Assim, cada grupo contribui com suas descobertas e a turma pode explorar o conteúdo produzido pelos colegas. A proposta, é claro, também funciona em um mural físico exposto na escola, com cartazes, ilustrações e pequenos textos sobre as lendas. Nesse caso, o uso de QR codes pode ampliar a experiência, dando acesso a conteúdos gravados por estudantes, como áudios, vídeos ou outras produções digitais.2. Podcast de histórias que atravessam geraçõesQuais histórias de assombração, personagens fantásticos e lendas são conhecidas pelas famílias e pelos moradores da comunidade em que a escola está inserida? Muitas dessas narrativas circulam oralmente, passando de uma geração a outra e ganhando novas versões ao longo do caminho.A proposta é convidar os estudantes a investigar esse repertório cultural por meio de entrevistas com familiares, funcionários da escola e moradores. 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Clube da Formação: Escolas Conectadas cria jornada de est...

O espaço virtual reunirá professores para estudar, interagir e avançar juntos ao longo de um curso.Clubes de leitura fazem parte da rotina de muitas escolas. Nesses espaços, ler um livro deixa de ser uma atividade individual e passa a ser também uma oportunidade de conversa, troca de interpretações e construção coletiva de sentidos. Cada participante chega com suas próprias referências e percepções, mas no encontro com os demais novas ideias podem surgir.Essa experiência de aprender em conjunto também pode fazer diferença na formação de professores. Ao realizar um curso junto com outros educadores, acompanhar o percurso dos colegas e compartilhar dúvidas e descobertas, o estudo pode ganhar outra dimensão: além de adquirir novos conhecimentos, o participante tem a oportunidade de refletir sobre o que aprendeu e pensar em como levar essas ideias para a sua prática.É essa proposta que está na origem do Clube da Formação, nova iniciativa do canal de WhatsApp da Escolas Conectadas. A ideia é transformar o espaço em um ponto de acompanhamento coletivo de uma formação disponível na plataforma, criando um percurso no qual os professores possam estudar, interagir e avançar juntos ao longo do curso.Durante a jornada, o canal contará com publicações semanais relacionadas aos módulos da formação. Elas poderão trazer apresentações dos temas estudados, resumos, perguntas para orientar a reflexão, lembretes para continuar o curso e materiais complementares, como leituras, vídeos e ferramentas. Também estão previstas atividades e desafios voltados à aplicação prática dos conteúdos.Para a primeira edição, prevista para estrear ainda em outubro, o mês dos Professores, será realizada coletivamente a formação “Aprendizagem mão na massa conectada à BNCC Computação”, elaborada pela professora Débora Garofalo, reconhecida como a educadora mais influente do mundo por desenvolver um trabalho de robótica com sucata e usar as redes sociais para ampliar o aprendizado dentro e fora da sala de aula.Estudar em redeA interação entre os participantes será outro componente do Clube. Enquetes, caixas de perguntas, discussões e levantamentos de dúvidas poderão ajudar a aproximar os cursistas e trazer para a jornada questões que aparecem durante os estudos.Com isso, a proposta é acompanhar o professor desde o início até a conclusão da formação. Em vez de encontrar apenas um curso disponível na plataforma, o educador passa a contar com uma estrutura que organiza o percurso, estimula a continuidade dos estudos e cria oportunidades de troca com outros profissionais.Em sua estreia, o Clube da Formação deverá durar cerca de dois meses, com uma publicação por semana, em um calendário adaptado à estrutura de cada formação. Inclusive, ao concluir o curso, os participantes do Clube também receberão o Baralho Gerador de Ideias, um material especial que traz diversas possibilidades para colocar a BNCC Computação em prática em sala de aula.A escolha das próximas formações também contará com a participação dos professores. A partir da segunda edição, uma enquete no canal vai ajudar a definir qual curso a comunidade gostaria de realizar coletivamente no próximo Clube da Formação.A proposta, portanto, é levar para a formação continuada um princípio já conhecido em outros espaços educativos: estudar pode ser uma experiência mais rica quando há espaço para acompanhar, perguntar, trocar e aprender com outras pessoas. No Clube da Formação, essa experiência passa a acontecer também pelo WhatsApp da Escolas Conectadas!

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