6 tópicos importantes para a realização dos cursos

29/10/20

Quando efetuamos a inscrição em um curso on-line, algumas dúvidas podem surgir referentes a cadastro, atividades avaliativas, certificado, entre outros pontos. Pensando nisso, separamos cinco tópicos que ajudarão você a realizar os cursos do Escolas Conectadas. Confira:


1. Cadastro na plataforma

Para realizar o seu cadastro na plataforma, você deverá ir até a seção “Inscrições abertas”, pesquisar o curso de seu interesse, clicar no botão laranja “Quero me inscrever!” e preencher com seu CPF. Se você já for cadastrado, apenas insira a sua senha. Caso ainda não seja, a plataforma abrirá uma nova tela solicitando o preenchimento das informações complementares para a conclusão do seu cadastro. São elas:

  • CPF;
  • E-mail;
  • Nome completo;
  • Senha;
  • Confirmação de senha;
  • Celular;
  • Termos e condições de uso e política de privacidade.

     

Para recuperar a senha do seu cadastro, você deverá:

  • clicar em “Meus cursos”;
  • inserir o seu CPF e clicar em “Começar”;
  • clicar em “Esqueceu sua senha?”;
  • inserir o seu e-mail de cadastro e clicar em “Enviar e-mail”;
  • verificar o recebimento do e-mail;
  • ler as orientações do e-mail e clicar no link recebido;
  • inserir duas vezes a sua nova senha;
  • e, por fim, clicar no botão Redefinir senha.

Link útil para esse tópico: Redefinição de senha.


2. Inscrição nos cursos

A inscrição nos cursos pode ser feita ao acessar diretamente a plataforma Escolas Conectadas, via sistema de inscrição ou e-mail marketing. 

Na plataforma, você deverá ir até a seção “Inscrições abertas”, pesquisar o curso de seu interesse, clicar no botão laranja “Quero me inscrever!” e preencher com seu CPF e senha.

Links úteis para esse tópico:


3. Tempo de estudos

Os cursos do Escolas Conectadas (mediados e autoformativos) permitem que você organize a sua própria rotina de estudos com flexibilidade, favorecendo a sua atualização profissional de acordo com o tempo de dedicação que tem disponível. 

Você define os horários de sua preferência para explorar os materiais, investigar inspirações para a sala de aula, navegar sobre práticas recomendadas e realizar as atividades propostas dentro do período de duração da formação: quatro semanas. Além disso, não há atividades síncronas (aquelas que exigem a presença do professor em tempo real em horários determinados). Em um título com duração de 30 horas, você pode, por exemplo, dedicar uma hora por dia à formação, ou duas horas em dias alternados (bem como escolher outros formatos mais convenientes). 

4. Atividades avaliativas

As atividades avaliativas variam conforme o curso escolhido pelo(a) educador(a). Entretanto, em todos será preciso acessar os materiais, ler os conteúdos, realizar as atividades propostas e verificar se alguma está pendente de revisão. Abaixo, apresentamos alguns critérios presentes nas diferentes modalidades dos cursos:

  • Modalidade de cursos mediados em parceria com a UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul): a avaliação é feita em até cinco dias úteis. As produções são dissertativas. Há exigência de uma produção nos cursos de 20h e de três produções nos cursos de 50h; portanto, esteja atento(a) à carga horária do seu curso e desenvolva todas as propostas solicitadas. A média final deve ser igual ou superior a 60% para aprovação.
  • Modalidade de cursos mediados Inova Escola: nessa modalidade, é necessário realizar a leitura de todos os materiais disponíveis e desenvolver, em cada unidade, as atividades “Na prática”, “Pense Nisso” e “Verifique seu conhecimento” (assim como participar do Fórum de finalização do curso na etapa final). Saiba mais clicando aqui.
  • Modalidade de cursos autoformativos: para obter aprovação no curso e receber o certificado, é preciso alcançar, no mínimo, 70% de média na conclusão das atividades avaliativas, compostas por questionários de múltipla escolha.

Para conhecer com detalhes os requisitos de aprovação do curso que você realizará, acesse, depois de inscrito(a), a seção de abertura da página chamada "Primeiros passos" ou "Apresentação do curso". Links úteis para esse tópico:


5. Conclusão de curso e certificados

Após a leitura e realização satisfatória de todas as atividades propostas na formação, você concluirá o curso. A previsão do recebimento do certificado é de um mês após o término do curso. Se, por exemplo, você concluiu um curso que iniciou dia 31/08 e terminou no dia 28/09, o seu certificado ficará pronto no dia 28/10. Para fazer o download do seu certificado, você deverá seguir os passos indicados:

  • acessar o curso concluído em que deseja obter o certificado;
  • descer até a unidade ou módulo chamado “Certificação”;
  • clicar sobre a palavra "certificado";
  • e clicar no botão “Obter Certificado”.

Pronto! Seu certificado aparecerá na tela e você poderá realizar o download.
Link útil para esse tópico: Como realizar download dos certificados.


6. Colecionando conquistas

Além de aproveitar todos os conhecimentos construídos com as formações do Escolas Conectadas, você pode colecionar conquistas a partir dos cursos realizados, dos caminhos para a inovação percorridos e, ainda, por comportamentos na plataforma. Saiba mais detalhes sobre como adquirir conquistas em seu painel e como compartilhá-las nas suas redes sociais clicando aqui. 

Esperamos tê-lo(a) ajudado com esse material. Se você ainda tiver alguma dúvida, não se preocupe: acesse a nossa Central de ajuda e contate a nossa equipe. Estamos sempre à disposição para ajudar você a ter a melhor experiência em nossa plataforma de educação.

Comentários:


Escreva um comentário

Conteúdos Recentes

O que faz um(a) professor(a) nas férias?

Dicas para aproveitar o período de descanso para cuidar de si e, aos poucos, retomar a rotina pedagógica O período de férias é sempre um convite à reconexão. Depois de um ano intenso, marcado por demandas, projetos, imprevistos – e também muitas conquistas –, enfim chega o momento de desacelerar. Para quem vive a rotina escolar, essa pausa não é luxo, mas sim parte fundamental do trabalho. Cuidar do corpo, da mente e do descanso é o primeiro passo para iniciar bem o próximo ciclo letivo.As férias oferecem esse espaço. É tempo de dormir sem despertador, de recuperar a energia, de estar com quem faz bem, de colocar o corpo em movimento e de criar pequenos rituais que ajudam a reorganizar o cotidiano. São pequenas escolhas que reforçam o autocuidado e reduzem o estresse acumulado ao longo do ano.Como aproveitar as férias priorizando o bem-estar:Crie momentos de descanso real, sem culpa;Invista em atividades que renovam a energia: caminhadas, hobbies, eventos culturais;Busque apoio emocional quando necessário e fortaleça redes de convivência;Desconecte do ritmo acelerado da escola e reconecte-se ao próprio tempo.Mas também existe um outro movimento, tão natural quanto o descanso: aquele momento em que, já em meados de janeiro, a mente começa a se abrir novamente para a escola. Não é sobre transformar as férias em trabalho, e sim permitir que a rotina pedagógica volte devagar, com leveza. Uma leitura despretensiosa, uma anotação de ideia para um projeto futuro, a revisão de um conteúdo ou até a participação em uma formação gratuita e on-line podem ajudar a fazer essa transição de forma tranquila.Como retomar aos poucos a rotina pedagógica:Explore leituras leves sobre temas que inspiram o planejamento pedagógico;Revisite anotações e ideias acumuladas durante o ano;Realize formações curtas e flexíveis, que não pressionem o ritmo das férias;Mapeie objetivos pessoais para o ano letivo de 2026.As férias podem ser esse intervalo que recarrega, reorganiza e abre espaço para um início de ano mais equilibrado. Ao cuidar de si e acolher o próprio tempo, é possível chegar a 2026 com mais disposição, presença e clareza para enfrentar novos desafios dentro e fora da sala de aula.

0

Histórias inspiradoras de educadores que marcaram o Escol...

Relatos mostram como processos formativos ganham força quando conectados aos desafios da sala de aula.Ao longo de 2025, a plataforma Escolas Conectadas reuniu relatos de educadores que, após realizarem cursos gratuitos, decidiram ressignificar suas práticas, experimentar o novo e envolver estudantes em projetos que dialogam com a vida real. Essas histórias de todo o Brasil demonstram como processos formativos ganham força quando conectados aos desafios concretos das escolas.A seguir, trazemos um panorama inspirador dos relatos publicados durante o ano, organizados pelos temas que estiveram presentes nas salas de aula pelo país. Confira!Inovação e tecnologia para aprender com sentido1. Animação para conscientizar sobre o HPVElaine Soares (RJ) transformou o aprendizado sobre saúde pública em criação artística: estudantes produziram animações para compreender o que são doenças sexualmente transmissíveis, como preveni-las e por que a vacinação importa. O processo criativo ajudou a dar voz aos jovens, aproximando ciência, linguagem digital e cuidado com o próprio corpo.2. Inteligência Artificial a serviço da fluência leitoraEm um projeto que une tradição e futuro, as educadores Roberta Taffarello e Iolanda França (SP) integraram ferramentas de IA às práticas de leitura diária. O recurso ajudou a acompanhar o ritmo de cada estudante, oferecer devolutivas personalizadas e fortalecer o gosto pela leitura. Uma experiência que mostra como a tecnologia, quando usada com intencionalidade pedagógica, amplia possibilidades.3. Robótica e programação para desenvolver protagonismoOutro destaque do ano veio de uma escola de João Monlevade (MG), que incorporou robótica e programação ao currículo, estimulando raciocínio lógico, criatividade e resolução de problemas. A prática, promovida pelo professor Hailisson Ferreira, aproximou os estudantes dos desafios contemporâneos e ampliou o letramento digital, sempre com atividades mão na massa e colaboração.Inclusão, diversidade e cidadania na prática escolar4. Educação inclusiva com apoio das tecnologias digitaisAs professoras Rosa Helena da Silva (SP) e Andrea Leinat (MT) reorganizaram atividades e recursos digitais para garantir a participação de estudantes com diferentes necessidades. As histórias mostraram que pequenas adaptações podem gerar pertencimento e autonomia, desde o uso de vídeos acessíveis até a oferta de tarefas multimodais.5. Formação para a cidadania digitalO relato de Glaucia Gonzaga (AL) trouxe reflexões sobre responsabilidade on-line, ética, segurança e convivência virtual. Após uma formação, a educadora conseguiu criar momentos de diálogo sobre redes sociais, exposição, combate à desinformação e respeito nas interações digitais. Assim, os estudantes passaram a enxergar o ambiente virtual como extensão da vida em sociedade.6. Práticas antirracistas em sala de aulaAo longo de 2025, três professores baianos trouxeram experiências de educação antirracista aplicadas em sala de aula: Gilvaneide Carvalho, que organizou um desfile de penteados afro; Marenice Costa, que propôs à turma uma reflexão sobre o local onde vivem a partir de fotografias tiradas de seus celulares; e Rosendo Lima, que criou um atelier artístico para fortalecer a identidade negra.As práticas envolveram estudo de identidade, releitura da história afro-brasileira, valorização de autores negros e criação de espaços seguros de diálogo, experiências que reforçam o papel da escola na promoção da equidade racial.Aprendizagens que conectam escola, território e expressão artística7. Matemática que nasce do cotidianoO professor Marcelo Moraes (MT) apresentou um case de ensino de matemática que partia da realidade dos estudantes, reunindo problemas inspirados no bairro, coleta de dados da comunidade e práticas investigativas. Uma abordagem que ajudou a reduzir bloqueios, fortalecer a autonomia e tornar os números mais significativos.8. Educação ambiental por meio da programaçãoUma atividade que integrou meio ambiente e computação, realizada pela pedagoga Fabiana Coronel e disponível para todos os educadores do Brasil, mostrou como a programação pode ser um caminho para discutir sustentabilidade. Os estudantes criaram pequenos projetos digitais para representar problemas ambientais e propor soluções, unindo criatividade e consciência ecológica.9. Versos do Nosso ChãoEncerrando o ano, o blog apresentou o projeto Versos do Nosso Chão, em que a poesia, identidade e território se encontram. Estudantes escreveram e performaram textos que nasciam de suas próprias vivências. Assim, aquilo que começou como expressão individual floresceu em pertencimento e memória coletiva.O que 2025 mostrou sobre o poder do professorOs cases publicados ao longo do ano reforçam uma certeza: na educação, a transformação nasce da coragem de experimentar, escutar e criar junto com os estudantes. Cada história apresentada aponta caminhos possíveis, replicáveis, adaptáveis, reais e mostra que, quando educadores se apropriam desses temas com intencionalidade pedagógica, a aprendizagem ganha vida.

0

Assista à Retrospectiva Escolas Conectadas 2025

Alerta de spoiler: você levou o prêmio principal!Em 2025, os educadores brilharam como verdadeiros protagonistas do cinema. Ao longo do ano, a plataforma Escolas Conectadas apoiou histórias dignas de vencer um Oscar. Por isso, nos inspiramos nas premiações do cinema para reviver os melhores momentos dessa superprodução da educação. Afinal, no palco das escolas, quem brilhou de verdade foram os educadores que nos acompanharam ao longo de mais um ano! Um elenco que inspira, ensina e muda histórias todos os dias.Confira a seguir uma prévia da Retrospectiva Escolas Conectadas 2025, e clique no botão abaixo para assistir na íntegra. Alerta de spoiler: você levou o prêmio principal!😉

0

Projeto utiliza poesia para incrementar relação da escola...

A iniciativa ‘Versos do nosso chão’ ganhou asas após professor realizar o curso gratuito Metodologias ativas: aprendizes protagonistasEm uma escola localizada no assentamento Caxirimbu, na cidade de Caxias, interior do Maranhão, a poesia encontrou um caminho diferente para nascer. Em vez de vir apenas dos livros, ela passou a brotar das memórias e da vida dos próprios estudantes.Assim surgiu a iniciativa “Versos do Nosso Chão”, criada pelo professor de Língua Portuguesa Luís Lima, que acredita que a literatura pode ser um espaço de reinvenção do mundo e de afirmação da identidade. “O projeto foi concebido para valorizar a poesia como forma de expressão cultural e dar voz aos alunos e à comunidade local, resgatando memórias, tradições e experiências do campo”, afirma o educador.Mediação e autoriaO impulso inicial veio de uma preocupação concreta. Após a pandemia, Luís percebeu que “a questão da leitura se complicou mais ainda na minha escola”. Era preciso criar novas pontes entre os estudantes e o ato de ler. Assim, antes de despejarem versos no papel, os jovens mergulharam em obras de autores ligados ao território e à cultura popular, como Cora Coralina e Patativa do Assaré. Depois, saíram para a comunidade: entrevistaram moradores, conversaram com artistas locais, visitaram diferentes expressões culturais e religiosas. Tudo isso para que, ao escrever, pudessem refletir criticamente sobre sua própria realidade. “Vamos romper com a prática de pegar uma leitura já consagrada e praticamente a recriar; vamos ler essas obras para embasar as nossas poesias”, explica o professor.E funcionou. A sala de aula se abriu para novas vozes – inclusive de estudantes mais tímidos. “Quando eu falava para eles, sempre destacava: nós vamos fazer poesias autorais. Eu vou somente mediar. O conhecimento é para vocês, que serão os protagonistas totais.” Para além da escolaAssim, em oficinas criativas, cada aluno criou seus próprios versos, combinando memórias, histórias da comunidade, reflexões sociais e um forte senso de pertencimento. O resultado tomou forma em sarau, mural poético, apresentações dramatizadas e um livreto autoral que encantou todos que o folhearam.O impacto atravessou os muros da escola. Famílias receberam visitas e puderam acompanhar de perto o processo criativo dos filhos. Muitos elogiaram a iniciativa: “Ainda não tinha existido essa proximidade de professores visitando os pais de alunos”, conta Luis. A comunidade percebeu o valor do projeto, e os próprios jovens se reconheceram enquanto criadores.Capa do livreto Versos do Nosso ChãoPara Luís, a iniciativa também foi marcante: “Esse projeto me trouxe a certeza de que eu estou fazendo o que gosto. Fiquei maravilhado, não só pelo reconhecimento da comunidade, mas pelo reconhecimento do próprio aluno.”Da formação à práticaO educador destaca que o projeto ganhou forma e aprofundamento após sua participação no curso gratuito “Metodologias ativas: aprendizes protagonistas”, da plataforma Escolas Conectadas. “A formação foi essencial para a criação da prática, orientada pelo protagonismo dos aprendizes”, afirma.Segundo ele, o curso ampliou sua compreensão sobre inovação pedagógica – especialmente aquela que não depende apenas de tecnologia, mas de escuta, mediação e construção coletiva. “Inovação não é só trabalhar com tecnologia: é dar voz aos estudantes.”A formação lhe deu ferramentas para identificar dificuldades, orientar processos, fortalecer a autonomia dos estudantes e transformar a sala de aula em um espaço vivo de experimentação literária. “O curso ampliou esse campo de experiência, trouxe apoio para nortear mais o aluno e fazer ele reconhecer que é o verdadeiro protagonista do próprio aprendizado.”

0