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Conheça os primeiros moderadores voluntários do Escolas Conectadas!

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10/12/2020
O professor Bruno, de Três Rios (RJ), está a 1.541 quilômetros de distância da professora Laísa, que está em Barreiras (BA), que, por sua vez, está a 1.573 quilômetros do professor Robson, em Paulista (PE). O ponto onde esses três professores se encontrarão, a partir de agora, será nos fóruns do Escolas Conectadas. Eles fazem parte da primeira turma que concluiu a formação em moderação voluntária Escolas Conectadas.

O curso busca preparar professores que desejam contribuir para ampliar e enriquecer as interações da comunidade de aprendizagem formada pelo projeto. Bruno, Laísa e Robson serão moderadores voluntários, acompanhando turmas e conversando com cursistas. São 30 horas de curso, distribuídas em três módulos. No módulo 1, são abordados os princípios e as características que fundamentam a concepção e o desenho das formações. O módulo 2 discute a tipologia e a estrutura dos cursos que compõem o Escolas Conectadas. No módulo 3, são analisados os processos de mediação e moderação pedagógica (potencialidades, desafios e oportunidades), assim como elementos de uma leitura atenta, de uma escuta empática e de uma escrita encorajadora.

Depois de formados e avaliados pelos tutores da plataforma, concluintes do curso podem atuar como voluntários do Escolas Conectadas. Cada um define a quantidade de tempo com que pode colaborar, de algumas vezes ao mês até todos os dias.

Veja o que os novos moderadores disseram sobre a formação:

“Esse curso forma pessoas que podem influenciar e a gente precisa de influenciadores para que a educação no Brasil possa mudar”.

Bruno Bordon da Conceição é gestor de uma escola rural em Três Rios, na região serrana do Rio de Janeiro. Ele já havia concluído várias formações do Escolas Conectadas quando decidiu se inscrever no projeto de moderação voluntária.

— Esse curso me trouxe esse olhar de que a gente pode mudar a educação. A gente precisa de mudanças e elas começam com as formações de professores, que é o que eu quero estudar quando fizer mestrado — explica Bruno.

A atividade final da formação propõe a produção de uma intervenção criativa e colaborativa a respeito de uma situação pedagógica desafiadora, que pode ser vivenciada no ambiente de aprendizagem. Bruno avalia que as trocas com os outros professores é onde estão o potencial e a motivação em prol da educação brasileira.

— A gente precisa ser motivado. Um trem a vapor precisa ser alimentado, todos os dias a gente tem que ter uma lenha colocada no vapor! Tem vários meios de motivação e, se pensarmos como Vigotski, nós fazemos parte do desenvolvimento de cada um dos estudantes, cada um desses cursistas. Um dos meus objetivos no processo de voluntariado é ver resultados na educação brasileira e poder dizer que eu fiz parte desse processo. Eu acho que quando a gente faz parte, a gente pode falar: poxa é um pedacinho de mim que tá ali — reflete.

A 1.541 quilômetros de distância do professor Bruno, está a professora Laísa Macêdo Brandão, que é coordenadora pedagógica do Centro Juvenil de Ciência e Cultura de Barreiras, no interior da Bahia. O centro é uma escola de contraturno que trabalha por projetos e atende jovens do final do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Laísa conta que nunca se viu como uma professora tradicional e estudava, por conta própria, temas como pensamento computacional, robótica e programação. Encontrou no Escolas Conectadas a teoria por trás do que ela estava pesquisando. Depois de concluir as formações de programação, se inscreveu para o curso de moderação dos fóruns.

— Sempre achei que o mundo digital era importante dentro da educação e, na pandemia, me vi precisando estudar como as pessoas lidam com essas tutorias a distância — relata.

Laísa destacou que o curso também trouxe uma visão do processo de aprendizagem com o qual ela já trabalha no Centro Juvenil.

— Gostei da forma como o curso coloca que o moderador deve ser mais um incentivador do que estar ali para dizer o que está certo ou errado. De chamar o professor para reflexão e contribuir. Já é na linha que eu acredito, muito mais horizontal e dialógica do que uma posição hierárquica, que seja ditadora, que seja eu mando e você obedece. Vejo um potencial grande nos cursos nesse sentido, eles mostram que existe uma mudança no mundo e a escola precisa acompanhar a mudança. Não adianta a gente reinventar a roda, porque ela já existe e a escola precisa se adaptar — conclui.

Ainda no Nordeste, mas a 1.665 quilômetros de distância, em Paulista, Pernambuco, o professor Robson Luis Trindade Lustosa também aproveitou o ano para estudar no Escolas Conectadas. Quando as aulas do curso de Gastronomia em que leciona foram interrompidas, Robson nem pensou em descansar. 

— Eu é que não ia ficar em casa maratonando série! Interromperam o contrato da gente por alguns meses. Enquanto isso, fiquei fazendo vários cursos do Escolas. Até brinco aqui em casa que foi quase uma especialização, de tantas horas! 

Para ele, que hoje trabalha na Educação Superior, os cursos vieram em boa hora. As aulas se tornaram remotas por alguns meses e ele viu a necessidade de buscar formação pedagógica para os feedbacks online. A regra de ouro que o curso lhe trouxe foi: seja sucinto e objetivo.

— Atualmente, em que estamos trabalhamos com ensino remoto, é bacana pensar em ser mais direto e objetivo, trazer um feedback dessa forma até para evitar que haja outras interpretações por parte do aluno. O curso teve um foco para moderar no Escolas, mas eu acabei percebendo muito valor para a minha própria sala de aula — avalia.

Robson já está empolgado para começar a moderação nos cursos do Escolas, como ele mesmo carinhosamente chama a plataforma. Quer desenvolver o lado da comunicação de feedbacks e fomentar um espaço de compartilhamento de práticas pedagógicas.

— Acho que a monitoria vai ser uma coisa muito rica, talvez muito mais rica para mim do que para os cursistas. Estou louco para aprender com o Brasil todo! — imagina.

Para caso de dúvidas com relação aos cursos e plataforma de aprendizagem, entre em contato com o nosso suporte pelo e-mail: contato@escolasconectadas.org.br ou WhatsApp: 55 (51) 9647-4362.

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