Maio: confira datas importantes para trabalhar em sala de aula

29/04/24

Antecipe o calendário e faça o seu planejamento pedagógico com os cursos da plataforma Escolas Conectadas 

Atualizado em 23/04/2025

O calendário está repleto de oportunidades para ir além dos conteúdos programáticos e aprimorar o ensino em sala de aula. Ao conhecer as principais datas do mês, você pode realizar um planejamento pedagógico multidisciplinar e tornar os conteúdos mais interessantes para os estudantes. 

Confira a seguir a Agenda do Educador e veja quais são as datas mais importantes de maio, além de sugestões de como trabalhar com elas de forma engajadora e educativa.

Dia Mundial da Língua Portuguesa (5/5) 

Maio também é um mês para celebrar nossa língua! O Dia Mundial da Língua Portuguesa foi estabelecido em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), organização intergovernamental que reúne países cuja identidade tem como um dos fundamentos a língua portuguesa. 

Em sala de aula, vale a pena trabalhar não somente a formação de língua em si, mas todos os contextos históricos, sociais e culturais nos quais ela teve origem. Além disso, é importante atentar para a diversidade linguística dentro do português, com diferentes sotaques e regionalismos tanto no Brasil quanto fora dele.

Aliás, você já pensou em contar com o apoio de ferramentas digitais para ensinar português? Pois o curso “Competências Digitais em Língua Portuguesa” auxilia professores de Ensino Fundamental e Ensino Médio a usar tecnologias digitais de forma crítica e eficaz, seguindo as diretrizes da BNCC. A formação gratuita também ajuda a planejar aulas personalizadas e diferenciadas, além de aplicar e avaliar os resultados dessas práticas em sala de aula.

Dia Nacional da Matemática (6/5)

Em 6 de maio de 1895, nasceu o matemático brasileiro Júlio Cézar de Mello e Souza, mais conhecido pelo pseudônimo Malba Tahan. Ele marcou a história da educação por seus romances infantojuvenis que ajudaram a divulgar conhecimentos matemáticos no Brasil. 

O pensamento matemático não está restrito à disciplina e pode ser desenvolvido por todo mundo. Há muitas formas de incentivar o interesse pela Matemática em sala de aula, com atividades como gincanas, jogos de lógica e problemas a serem resolvidos com soluções criativas.

Com o curso gratuito “Competências Digitais em Matemática”, professores do Ensino Fundamental e Ensino Médio aprenderão a criar aulas interativas e personalizadas, com ferramentas como Tinkercad e Trello. Além disso, a formação aborda a importância da personalização e diferenciação no ensino de Matemática, fornecendo orientações para a utilização de novas tecnologias e metodologias que criem experiências de aprendizagem ativas, buscando melhorar o raciocínio lógico e a resolução de problemas. Vale conferir!

Abolição da Escravatura (13/5)

Em 13 de maio de 1888, a escravatura no Brasil foi oficialmente abolida com a assinatura da Lei Áurea. Apesar de ser um momento crucial na história do país, a assinatura não resultou em mudanças imediatas. Mais de um século depois desse marco histórico, ainda podemos notar as consequências desse período. 

Falar sobre essa data na escola é promover discussões sobre o racismo na sociedade brasileira e avaliar os reflexos e as consequências atuais da escravatura. 

E se você, educador, procura por uma introdução à Educação Antirracista a partir de grandes eixos e planos de aula elaborados por docentes da educação básica, pode contar com o curso “Introdução à Educação Antirracista”. Com essa formação on-line e gratuita, você poderá aplicar o conceito de ambiência racial para a diversidade e propor abordagens pedagógicas transformadoras e sensíveis sobre o assunto. 

Dia Internacional da Família (15/5)

Instituído pela ONU em 1993, o Dia Internacional da Família surgiu para destacar a importância da família nas sociedades, bem como discutir os desafios enfrentados por elas  ao redor do mundo. Na escola, essa data pode se refletir com a celebração da diversidade nas diferentes configurações familiares.

Esse é um momento importante para convidar a família dos estudantes a conhecerem e participarem de atividades nas escolas. Você pode propor que os alunos compartilhem as histórias sobre suas famílias e construam suas árvores genealógicas. Também é interessante propor planos de aula que promovam a discussão sobre as mudanças do conceito de família ao longo do tempo e em diferentes culturas.

Aliás, um dos maiores desafios das famílias nos tempos atuais é em relação ao uso da internet e das redes sociais. Uma boa maneira de os educadores obterem subsídios para esse debate é o curso gratuito “Introdução à cidadania digital: educando para o uso consciente da Internet”.

Dia Internacional contra a Homofobia (17/5)

Como um espaço importante para a formação de cidadãos, a escola deve ser um ambiente em que é possível aprender e colocar em prática a igualdade e o respeito em todos os sentidos. O dia 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional contra a Homofobia pois remonta à data em que a homossexualidade foi removida da lista de doenças mentais pela Organização Mundial da Saúde, em 1990.

Existem uma série de recursos que podem ser utilizados para abordar a diversidade sexual e de gênero. Workshops, palestras, filmes e livros que abordem a temática LGBTQIAPN+ podem ser trabalhados nesse sentido. Depois de apresentar os conceitos e ideias, é importante criar um espaço em que os estudantes se sintam confortáveis para compartilhar suas experiências e tirar dúvidas sobre o tema.

Os professores de Ciências Humanas do Ensino Fundamental e Médio podem contar com o apoio do curso gratuito “Competências Digitais em Ciências Humanas” para utilizar tecnologias digitais com foco no desenvolvimento do pensamento crítico e na compreensão de fenômenos sociais, políticos e econômicos. Além disso, o uso pedagógico da tecnologia pode criar experiências de aprendizagem ativas e interativas, promovendo a ética e o respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.

Dia Mundial da Reciclagem (17/5) 

A reciclagem é apenas um dos aspectos ligados à consciência sobre preservação ambiental, mas que merece atenção principalmente quando se trata de descarte e gerenciamento correto de resíduos. O Dia Mundial da Reciclagem foi estabelecido pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) como forma de incentivar a conscientização e reflexão a respeito da prática. 

A reciclagem, aliás, é tema de muitas pesquisas e ações que incentivam um olhar mais atento para a sustentabilidade dentro das escolas. Já pensou em envolver ainda mais os seus alunos nessa causa, e ao mesmo tempo incentivar a pesquisa científica? Pois o curso “Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir” explora meios de despertar a curiosidade dos estudantes utilizando conceitos da pesquisa científica e ampliando a sua percepção sobre a presença da ciência no dia a dia.

Dia do Museu (18/5) 

Criado pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), o Dia do Museu tem como objetivo sensibilizar para o papel dos museus como instituições a serviço da sociedade. Afinal, são instituições indispensáveis na preservação da história e da cultura.

Trabalhar a importância dos museus pode contribuir com a compreensão de conceitos nas disciplinas de História e Geografia. A data não poderia ser mais propícia para organizar uma visita presencial ou virtual em museus da sua própria cidade ou mesmo do mundo. Outra possibilidade é convidar os próprios estudantes a criarem um museu, com a escolha de itens pessoais ou importantes para a turma. 

Ao integrar essas celebrações no calendário escolar, você reforça o papel da educação como um instrumento de desenvolvimento pessoal e intelectual. A partir de atividades diferenciadas, permite que a aprendizagem se torne mais significativa e colaborativa. 

Dia Internacional da Biodiversidade (22/5)

Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data pretende conscientizar as pessoas sobre a necessidade de se conservar e proteger a diversidade de vida no planeta. O termo “biodiversidade” foi criado na década de 1980, para se referir ao número de espécies de seres vivos existentes no planeta, incluindo todos os vegetais, animais e microrganismos.

São inúmeras as possibilidades de trabalhar esse tema em sala de aula. Afinal, o Brasil é o país que detém uma das maiores biodiversidades de flora e fauna do mundo. Já pensou em incentivar seus estudantes a pesquisarem sobre o próprio ecossistema em que estão inseridos? E conversarem sobre os animais e plantas com que eles convivem no ambiente escolar? Com estudantes mais velhos, é possível ainda discutir o equilíbrio entre crescimento econômico, proteção ambiental e justiça social.

Se você quer se aprofundar nesse tema, não deixe de conferir o curso “Competências Digitais em Ciências da Natureza”, que apoia os educadores do Ensino Fundamental e Médio a explorar as possibilidades das tecnologias digitais para incentivar a pesquisa de dados e a experimentação científica.

Dia Mundial do Brincar (28/5)

Como determinado no Artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança, brincar é um direito de todas elas. Foi para relembrar a importância dessa atividade que, em 1999, o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) reconheceu o dia 28 de maio como o Dia Mundial do Brincar, que remete à criação da International Toy Library Association (ITLA), uma associação internacional de brinquedotecas.

Esse dia serve para relembrar que, independentemente da etapa de ensino, o brincar é uma atividade essencial a qualquer fase do desenvolvimento. Por isso, vale a pena propor ações lúdicas e atividades criativas no seu planejamento pedagógico.

Para aqueles que querem incentivar ainda mais o protagonismo dos estudantes – inclusive através do brincar –, sugerimos o curso gratuito “Metodologias ativas: aprendizes protagonistas”, que mostra estratégias e caminhos para a sua aplicação na educação básica. 

Compartilhe essas ideias com seus colegas e apoie outros educadores a chegarem ainda mais preparados para o próximo mês!

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Para dar visibilidade a essas experiências, foi criado o Mapa Brasileiro da Educação Midiática, que reúne práticas inspiradoras e ajuda a conectar educadores interessados no tema. A segunda edição do mapa está com inscrições abertas até o dia 20 de abril, permitindo que professores e escolas compartilhem suas próprias experiências e façam parte dessa rede.Quando a mídia entra na sala de aulaA experiência aconteceu na Escola Pública Antônio Lemos, em parceria com o portal Amazônia Vox. Nela, estudantes de 14 a 16 anos assumem o papel de revisores de textos jornalísticos, analisando linguagem, identificando termos difíceis e sugerindo adaptações para tornar os conteúdos mais acessíveis.Tudo começou de forma simples, mesmo sem estrutura tecnológica. “Cheguei na sala de aula com o texto impresso, já que na minha escola à época não havia computadores. Os alunos liam e marcavam o que não compreendiam”, relata Marcela. A partir dessas leituras, os estudantes enviavam áudios com sugestões, discutiam escolhas de palavras e refletiam sobre os temas abordados. Com o tempo, a atividade evoluiu para algo mais amplo: debates, pesquisas prévias e até checagem de informações.Mais do que revisar textos, a turma passou a entender como a informação é construída e quais impactos esse processo pode gerar. “Eles perceberam que nenhum conteúdo é inocente, que tudo tem alcance e consequência.”Muito além das fake newsEmbora o combate à desinformação seja um dos pontos mais relevantes, a educação midiática vai além. Ela envolve o desenvolvimento de repertório, senso crítico e consciência sobre os diferentes interesses presentes nos inúmeros conteúdos que circulam atualmente - seja na internet ou fora dela.Como destaca Marcela: “A mídia não está somente na tecnologia digital. Ela está no impresso, na televisão, no outdoor, em todos os lugares.” Nesse sentido, o trabalho em sala de aula não se limita a identificar o que é falso ou verdadeiro, mas a compreender como as narrativas são construídas e como os próprios estudantes podem participar desse processo de forma ética e responsável.Impactos que ultrapassam a aprendizagemOs resultados do projeto ajudam a dimensionar o potencial desse tipo de iniciativa. Além do desenvolvimento da leitura e da escrita, os estudantes ampliaram vocabulário, repertório e, principalmente, autoestima.“Eles se sentem no centro de algo, sendo vistos por gente do mundo inteiro.” Um dos textos revisados pelos alunos integrou uma reportagem premiada no Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde. Mas, para além dos reconhecimentos formais, o impacto mais relevante está na mudança de percepção dos próprios estudantes sobre si mesmos e sobre o mundo.Eles deixam de ser apenas consumidores de informação para se tornarem participantes ativos, capazes de questionar, propor e criar.Por onde começar um projeto de educação midiática?Se a ideia de trabalhar educação midiática parece desafiadora, a prática mostra que o primeiro passo pode ser mais simples do que parece. 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As cartas se transformaram em rotações de atividades, reconhecimento de padrões, jogos e exercícios lúdicos. A cada carta, novas possibilidades surgiam.Um dos momentos mais marcantes veio quando os alunos trabalharam a carta sobre qualidade de dados, levando para casa uma receita de bolinho de chuva com um erro proposital (“areia” no lugar de “aveia”) para discutir viés e alucinação de IA com a família. “Gerou uma repercussão para além da sala de aula, e puderam discutir com seus pais temas como IA, cibersegurança e tempo de tela”, conta.“Existe um mito enorme de que é preciso laboratório, computador e conectividade para falar sobre IA. 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Da desinformação à checagem de fatos: 6 caminhos para tra...

As sugestões foram comentadas pelo educador Yuri Norberto, criador do Observatório Internacional da NotíciaUm print que chega no grupo de WhatsApp da turma. Um vídeo curto que viraliza durante o intervalo. Uma notícia compartilhada nas redes sociais que rapidamente vira assunto em sala de aula. Situações como essas já fazem parte do dia a dia de muitos educadores – em 2023, por exemplo, uma onda de notícias falsas obrigou diversas escolas brasileiras a mudarem a rotina e assustou estudantes e famílias.Diante desse cenário, a escola não é apenas um espaço onde esses conteúdos aparecem, mas também onde eles devem ser problematizados. Afinal, cada mensagem duvidosa pode se transformar em uma oportunidade de aprendizado: investigar fontes, comparar versões, fazer perguntas e construir argumentos com base em evidências. Desinformação na escolaÉ nesse contexto que projetos de checagem de fatos se tornam aliados importantes do trabalho pedagógico. Mais do que identificar notícias falsas, eles ajudam a desenvolver autonomia intelectual, pensamento crítico e responsabilidade no uso das tecnologias, competências essenciais para a cidadania digital.Em ano eleitoral, discutir a desinformação na escola se torna ainda mais urgente. Afinal, é justamente nesse período que cresce a circulação de conteúdos enganosos, informações fora de contexto e narrativas que podem influenciar decisões individuais e coletivas.A proximidade do Dia Internacional da Checagem de Fatos, comemorado em 2 de abril – não por acaso, logo após aquele que é conhecido como o Dia da Mentira – também reforça a relevância do tema no calendário escolar. A data convida educadores a refletirem sobre o papel da informação de qualidade e sobre como desenvolver, com os estudantes, práticas mais conscientes de leitura, análise e compartilhamento de conteúdos.Como iniciar um projeto de checagem de fatos em sala de aula?Reunimos a seguir seis dicas para os(as) educadores(as) interessados(as) em iniciar projetos de checagem de fatos. As sugestões foram comentadas pelo educador Yuri Norberto, criador do Observatório Internacional da Notícia.1. Comece pelo que é real (e próximo dos estudantes)Uma boa porta de entrada é mostrar que a desinformação não está distante, e que ela faz parte do cotidiano digital dos próprios alunos.Trazer para a aula prints de redes sociais, vídeos curtos ou notícias que viralizaram recentemente pode ajudar a aproximar o tema da realidade da turma. Quando possível, vale até relacionar os exemplos à disciplina: um professor da área de Ciências da Natureza pode analisar conteúdos sobre saúde; já um de Ciências Humanas pode discutir distorções sobre fatos históricos.“Ao trabalhar com casos reais, os alunos percebem que a desinformação faz parte do ambiente informacional em que vivem e passam a desenvolver uma atenção mais crítica ao que consomem e compartilham”, explica Yuri.2. Ensine a fazer boas perguntasMais do que oferecer respostas prontas, o processo de checagem começa com perguntas. Estimular os estudantes a questionar quem produziu determinado conteúdo, quais fontes foram utilizadas e se existem evidências que sustentem aquela informação é um passo fundamental. Esse movimento aproxima a prática da lógica da investigação científica.“O estudante percebe que ele mesmo pode iniciar o processo de verificação ao adotar uma postura investigativa diante das informações que encontra no seu cotidiano”, destaca o educador.3. Mostre que existem caminhos simples para verificarPara muitos alunos, a checagem pode parecer algo complexo ou distante. Por isso, apresentar ferramentas e procedimentos simples faz toda a diferença. “Verificar se o site é confiável, identificar o autor do conteúdo, conferir a data da publicação e buscar se outros veículos também divulgaram a mesma informação já são passos importantes”, afirma Yuri. Também é possível utilizar recursos como a busca reversa de imagens. “Quando os alunos percebem que existem procedimentos simples para investigar uma informação, a checagem deixa de parecer algo complexo e passa a fazer parte do seu comportamento digital.”4. Transforme a atividade em investigaçãoA checagem de fatos ganha ainda mais sentido quando se torna um projeto. “Esse tipo de atividade aproxima a checagem do método científico e mostra que verificar informações é uma prática útil para compreender temas do cotidiano”, explica o professor.Escolher um tema que desperte interesse da turma e propor uma investigação coletiva pode engajar os estudantes e aprofundar o aprendizado. Questões do cotidiano como alimentação, saúde ou temas que estão em alta nas redes são ótimos pontos de partida.5. Incentive os estudantes a compartilhar o que descobriramDepois de investigar, é hora de comunicar. Produzir cartazes, apresentações ou conteúdos digitais com os resultados da checagem amplia o alcance da atividade e reforça a ideia de que todos têm responsabilidade sobre a informação que circula.“Ao comunicar suas descobertas, os estudantes exercitam a clareza na divulgação de informações e ajudam a fortalecer uma cultura de atenção à qualidade do que circula nas redes”, comenta Yuri.6. Vá além da técnica: fale sobre cidadania“A checagem de fatos também pode ser apresentada como parte do direito de todos a uma informação de qualidade”, reforça o educador. Essa atividade é uma oportunidade para discutir o impacto da informação na vida social e coletiva. Afinal, de que maneira as informações manipuladas ou falsas influenciam decisões importantes e podem gerar consequências graves? “Em temas como saúde, por exemplo, a circulação de desinformação já provocou situações que colocaram vidas em risco”, relembra Yuri.Ao refletirem sobre essas consequências, os alunos entendem que verificar informações não é apenas uma habilidade técnica, mas um exercício de cidadania. “Assim, a escola contribui para formar jovens mais conscientes sobre o impacto que o compartilhamento de conteúdos pode ter na vida social e coletiva.”Oportunidade: inscreva sua prática no prêmio #FakeToFora!Atenção, educador(a)! Estão abertas as inscrições para o prêmio #FakeToFora 2026. A proposta reconhece professores brasileiros que criam Clubes ou Coletivos de Checagem em suas escolas e colocam os estudantes como protagonistas no combate à desinformação. Além do prêmio, o vencedor levará uma quantia de R$ 10.000,00. Mais informações aqui.LEIA MAIS+ Conheça os principais prêmios da educação brasileira em 2026

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Conheça os principais prêmios da educação brasileira em 2026

Dedicadas à professores, escolas e estudantes, as premiações apoiam quem deseja transformar boas práticas em reconhecimento e inspiração coletivaReconhecer boas práticas é também fortalecer a educação como um todo. Em meio aos desafios cotidianos da sala de aula e da gestão escolar, premiações educacionais cumprem um papel estratégico: dar visibilidade a experiências que transformam realidades, valorizar o trabalho de professores e equipes gestoras e inspirar outros educadores e escolas pelo Brasil.Estar atento a essas iniciativas vai além da possibilidade de conquistar um troféu ou um recurso financeiro. Muitas dessas premiações oferecem formações, redes de troca entre educadores, mentorias e oportunidades de ampliar o impacto de projetos que já fazem a diferença nas comunidades escolares. Ao se inscrever, o educador revisita sua prática, sistematiza aprendizados e compartilha caminhos. Um movimento que, por si só, já promove desenvolvimento profissional.Para quem atua na educação básica, acompanhar os principais prêmios do país também é uma forma de se manter conectado às pautas prioritárias do campo educacional, às tendências pedagógicas e às políticas públicas em evidência. Afinal, por trás de cada edital há critérios que dialogam com temas como equidade, inovação, aprendizagem significativa e uso crítico de tecnologias.A seguir, reunimos alguns dos principais prêmios da educação brasileira, organizados por categorias – professores, escolas e estudantes – para apoiar quem deseja transformar boas práticas em reconhecimento e inspiração coletiva.Para professoresPrêmio Educador Nota 10Uma das mais tradicionais iniciativas de valorização docente no país. Voltado a professores e gestores da educação básica, o prêmio destaca projetos pedagógicos com impacto real na aprendizagem e alinhados a temas contemporâneos da educação. Além da premiação em dinheiro, oferece visibilidade nacional e integra os vencedores a uma rede de educadores inspiradores.Mais informações em: https://www.institutosomos.org/premio-educador-nota-10/Prêmio Professor PorvirO Prêmio Professor Porvir reconhece educadores que desenvolvem práticas inovadoras e transformadoras em diferentes contextos escolares. Em sua terceira edição, a iniciativa valoriza experiências que apontam caminhos para uma educação mais conectada aos desafios do século 21, incluindo categorias especiais por etapa de ensino e temas, como educação antirracist, socioemocional, uso de tecnologia, educação financeira e ensino de inglês.Mais informações em: https://mailchi.mp/porvir/premio-professor-porvirPrêmio Cidadania Digital em AçãoReconhece o trabalho criativo e engajador de professores que trabalham a Cidadania Digital com sua turma. O prêmio dá visibilidade a iniciativas que mobilizam os estudantes e a comunidade escolar para o uso consciente e seguro das tecnologias, com foco em cidadania digital e educação digital e midiática.Mais informações em: https://cidadaniadigital.org.br/premiacaoPrêmio LEDContempla educadores e gestores que desenvolvem iniciativas inovadoras com potencial de transformar a educação brasileira. O prêmio reconhece projetos que combinam criatividade, uso estratégico de tecnologia e impacto social, valorizando soluções que respondem a desafios concretos das escolas e das comunidades. Além da visibilidade nacional, a premiação oferece apoio financeiro e conexão com uma rede de lideranças comprometidas com a melhoria da educação no país.Mais informações em: https://somos.globo.com/movimento-led/Prêmio Expoeducare – Educadores que inspiramBusca homenagear professores que se destacam pelo impacto positivo em suas comunidades escolares. A premiação dá visibilidade a trajetórias inspiradoras e práticas que fortalecem vínculos, promovem aprendizagem significativa e ampliam o papel social da escola.Mais informações em: https://www.expoeducare.com.br/concurso/Prêmio #FakeTôForaIncentiva projetos pedagógicos voltados à educação midiática e ao enfrentamento da desinformação. A proposta é reconhecer professores que trabalham o pensamento crítico, a checagem de fatos e o uso responsável das redes sociais, contribuindo para a formação de estudantes mais conscientes e preparados para o ambiente digital.Mais informações em: https://faketofora.org.br/Prêmio Educador TransformadorValoriza iniciativas que estimulam o protagonismo estudantil, a cultura empreendedora e a busca por soluções criativas para problemas reais. Voltado a docentes da educação básica e do ensino técnico, o prêmio destaca projetos que conectam aprendizagem, inovação e impacto social.Mais informações em: https://www.educadortransformador.com.br/Reconhecimento Mais Professores para o BrasilA iniciativa do Ministério da Educação (MEC) integra uma política pública de valorização docente. Ela destaca professores da educação básica pública cujas escolas apresentam bons resultados educacionais e busca fortalecer o reconhecimento social da profissão, além de oferecer incentivos concretos aos educadores.Mais informações em: https://www.gov.br/mec/pt-br/mais-professores/reconhecimentoPara escolasPrêmio Melhores Escolas do MundoA iniciativa global reconhece instituições escolares que se destacam por práticas inspiradoras e transformadoras na educação básica. O prêmio valoriza escolas de todos os continentes que promovem impacto social, inovação pedagógica e compromisso com a comunidade.Mais informações em: https://applications.worldsbestschool.org/wbsp261 Milhão de EscolasO prêmio impulsiona e dá visibilidade a instituições de ensino que desenvolvem projetos de impacto positivo em suas comunidades. A proposta busca reconhecer boas práticas, estimular a inovação e fortalecer redes de colaboração entre escolas de todo o mundo comprometidas com a melhoria da aprendizagem e da gestão.Mais informações em: https://www.varkeyfoundation.org/1millionschoolsPrêmio MEC da Educação BrasileiraCriado pelo MEC para valorizar redes e escolas que alcançam resultados expressivos em indicadores da educação básica, como alfabetização, IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e desempenho no Ensino Médio. A premiação contempla diferentes etapas e modalidades de ensino, reforçando a importância da gestão eficiente e do compromisso com a aprendizagem.Mais informações em: https://www.gov.br/mec/pt-br/premio-educacao-brasileiraPrêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE)Destaca escolas e instituições que demonstram excelência em processos de gestão pedagógica e administrativa. A iniciativa reconhece práticas que fortalecem planejamento estratégico, liderança escolar, engajamento da comunidade e melhoria contínua dos resultados educacionais.Mais informações em: https://www.geducoficial.com.br/pnge-sobrePara estudantesPrêmio LEDNa versão para estudantes, o prêmio fomenta projetos e soluções inovadoras para melhorar a educação no país. O desafio valoriza ideias criativas, soluções de impacto social e iniciativas que utilizam tecnologia e inovação para enfrentar desafios reais da educação. Mais informações em: https://somos.globo.com/movimento-led/Prêmio MEC da Educação BrasileiraA premiação também contempla estudantes, ao reconhecer desempenhos de destaque em avaliações e indicadores nacionais da educação básica. A proposta é valorizar o esforço individual e coletivo, incentivando a permanência, o engajamento e a busca por melhores resultados acadêmicos.Mais informações em: https://www.gov.br/mec/pt-br/premio-educacao-brasileiraOlimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP)Uma das maiores competições estudantis do Brasil, a OBMEP reúne milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. A olimpíada premia alunos com medalhas e certificados, além de oferecer programas de iniciação científica e oportunidades de aprofundamento em matemática, estimulando talentos e o interesse pela área.Mais informações em: http://www.obmep.org.br/apresentacao.htmOlimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (OLITEF)A competição nacional é voltada a estudantes da educação básica com foco no desenvolvimento de conhecimentos e habilidades em educação financeira. A iniciativa busca estimular o planejamento, o consumo consciente e a tomada de decisões responsáveis, premiando alunos e escolas que se destacam no desempenho e no engajamento.Mais informações em: https://www.olitef.com.br/Faça formação continuada e aumente suas chances de ser reconhecido!As premiações educacionais reconhecem inovação, protagonismo estudantil, uso crítico de tecnologias, educação midiática, gestão estratégica e impacto social – competências que também estão no centro dos cursos gratuitos oferecidos pela plataforma Escolas Conectadas. Ao investir em formação continuada, o professor amplia seu repertório metodológico, fortalece o planejamento pedagógico e desenvolve projetos mais estruturados, com intencionalidade e evidências de aprendizagem, que são elementos decisivos em muitos editais. Além disso, os cursos ajudam a transformar boas ideias em práticas consistentes e documentadas, aumentando as chances de participação qualificada nessas iniciativas. Ou seja, a formação não é apenas um diferencial no currículo: é um caminho concreto para potencializar projetos, gerar impacto real na escola e ampliar oportunidades de reconhecimento profissional.

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