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Conheça datas comemorativas de fevereiro e volte às aulas em ritmo de carnaval

28/01/25

Saiba quais são as principais datas comemorativas do mês e já prepare a sua atividade carnavalesca!

Atualizada em 21/01/2026

Após o período de festas de fim de ano e as férias de janeiro, está chegando a hora das aulas voltarem! Enquanto os estudantes organizam as mochilas e as escolas se adequam para o esperado retorno, os educadores devem preparar aulas atrativas e desafiadoras para engajar cada vez mais a sua turma em prol da aprendizagem.

E, se o ano letivo está começando, a Agenda do Educador também está de volta! Publicada mensalmente no site da plataforma Escolas Conectadas, ela reúne as principais datas comemorativas do mês, com sugestões de como trabalhar as efemérides em sala de aula e de cursos para incrementar ainda mais a sua prática pedagógica.

Atenção: todos os cursos indicados nessa agenda estarão com inscrições abertas entre os dias 26 de janeiro e 2 de fevereiro!

Confira mais a seguir:

Carnaval (14 a 18 de fevereiro)

O Carnaval é uma das maiores manifestações da cultura popular brasileira, conhecida por tomar as ruas das cidades com muita alegria e criatividade. De tão grande que é, a festa extrapola os ambientes dos blocos e escolas de samba e também conquista as escolas de todo o país.

Um exemplo disso é o projeto “O Carnaval é Mara!”, desenvolvido pela professora de artes Marinildes Brito na UEB (Unidade de Educação Básica) Alberto Pinheiro, em São Luís (MA). Inspirado nos tradicionais blocos de rua da capital maranhense, o projeto utiliza metodologias ativas, como a sala de aula invertida, para engajar os estudantes. A proposta convida a turma a pesquisar sobre o Carnaval, trazendo imagens e elementos que tenham em casa e que representem essa celebração cultural.

“Neste tema, podemos trabalhar diversas habilidades com os estudantes, não só a arte em si, mas a interdisciplinaridade, o diálogo com toda a equipe escolar, a valorização da cultura e a preservação da memória”, afirma a educadora. 

Feita a pesquisa, os estudantes apresentam suas descobertas e trocam conhecimentos e experiências de Carnaval. Nas etapas seguintes, produzem textos e debates em sala, e passam também a confeccionar fantasias e máscaras, trabalhando em grupos e compartilhando materiais e ideias. Ao final desse processo, é realizada uma exposição destacando as produções, além de um baile carnavalesco.

Dessa forma, a turma passa a entender essa festividade de forma contextualizada, relacionando com seu dia a dia. “Assim, eles compreendem melhor e valorizam a nossa cultura. Quando o estudante entende a importância de manifestações como o Carnaval, ele se apropria da sua própria história.”

O Carnaval também é uma ótima oportunidade para os educadores planejarem momentos de criação artística e de reflexão sobre as manifestações culturais. É possível pensar desde atividades mão na massa – como a confecção de adereços, fantasias e estandartes, que darão cores à folia – ou atividades que ampliam o repertório cultural dos estudantes, principalmente com práticas pedagógicas que utilizam música e dança.

Por fim, caso queira aproveitar a data para colocar a criatividade dos estudantes em ação, explorando ferramentas digitais que instigam o interesse e apoiam a autoria de crianças e jovens, a imersão “Ferramentas Digitais na Prática para Professores” é feita para você!

Dia de Iemanjá (02/02)

Essa data reserva um grande acontecimento nas águas e areias das praias brasileiras: um momento de louvação e cantorias para Iemanjá, também conhecida como Rainha do Mar pelos adeptos das religiões de matrizes afro-brasileiras, sempre trajados de vestes brancas.

Neste dia, convide os estudantes para uma reflexão sobre a importância do respeito às diversas crenças. Faça uma roda de conversa para discutir a pluralidade cultural no Brasil e a importância de respeitar as inúmeras crenças e tradições existentes em todo o país. Caso queira entender melhor como aplicar a Educação das Relações Étnico-Raciais (ERER) em sala de aula – contando com a ajuda de recursos digitais –, inscreva-se no curso gratuito “Educação Antirracista Mediada por Tecnologias: Conceito e Fundamentos”.

Dia Internacional da Internet Segura (10/02)

Celebrado sempre na segunda terça-feira de fevereiro, o Dia Internacional da Internet Segura traz à tona temas como ciberbullying, direitos humanos e responsabilidade digital, incentivando escolas a promoverem a cidadania digital. O objetivo é conscientizar sobre os riscos do mundo virtual e promover um ambiente digital mais seguro, ético e positivo para todos, especialmente para crianças e jovens.

O novo curso “Cidadania Digital”, que será lançado no dia 26/01 pela plataforma Escolas Conectadas, mostra a importância da cidadania digital dentro e fora das escolas, e estimula o uso seguro, consciente e responsável da internet - tanto aos estudantes como também aos próprios educadores. A formação é totalmente gratuita e oferece certificado reconhecido pelo MEC.

Dia Internacional das Mulheres e Meninas nas Ciências (11/02)

A data busca conscientizar a sociedade de que a ciência e a igualdade de gênero precisam andar lado a lado, contribuindo para dar visibilidade ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5, da Agenda 2030 da ONU, que busca alcançar a igualdade de gênero e dar poder às mulheres e meninas para realizarem seu potencial criativo.

Para fortalecer ainda mais essa data, organize uma atividade prática onde os estudantes destaquem a importância das mulheres em diferentes campos da ciência. Também vale a pena levar para a sala de aula temas como a robótica e a programação para discussão e proposição de atividades práticas.

Os cursos gratuitos “Olá, mundo! Lógica de programação e autoria” e “Pensamento Computacional e Programação na Educação” te ajudam nessa missão!

Dia Nacional do Livro Didático (27/02)

Este dia homenageia um dos instrumentos mais importantes da educação: o livro didático. Esse material é fundamental ao processo educativo de estudantes e professores e, segundo o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), cerca de 206 milhões de exemplares foram distribuídos no Brasil apenas em 2024. 

O livro didático auxilia e orienta o aprendizado dos estudantes, e possui informações sobre as mais diversas áreas do conhecimento. Eles também orientam os educadores durante o processo de ensino e aprendizagem, apoiando na organização curricular e nas práticas pedagógicas.

Nesta data, você pode organizar atividades que evidenciem a importância das propostas pedagógicas e dinâmicas presentes no material. Promova uma redação sobre a importância do livro didático para o processo educativo, por exemplo, ou até mesmo ajude seus estudantes a produzirem marcadores e capas protetoras para os livros.

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Tudo com apoio de cursos gratuitos e on-line da plataforma Escolas Conectadas.Prepare seu planejamento e venha com a gente!Dia da Imprensa (01/06)A educação midiática é uma competência considerada essencial pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Trata-se da capacidade de interpretar e analisar criticamente produções que vêm da mídia. Assim, o Dia da Imprensa é uma excelente oportunidade de estudar o processo por trás da construção de uma narrativaSeus alunos sabem interpretar o que consomem nas redes? Aproveite essa data para discutir notícias falsas, construção de narrativas e o impacto da mídia na formação de opinião. Uma aula assim não só estimula o pensamento crítico, como ajuda os estudantes a se tornarem leitores mais conscientes do mundo.Dica de ouro: o curso “Cidadania Digital” apresenta as noções básicas de educação midiática e desinformação, entre outros temas. 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Fadel é autor do novo curso da plataforma Escolas Conectadas, “Letramento em IA: Pensando com as Máquinas”. Também estavam presentes Brent McKenzie, diretor de Desenvolvimento de Produto e Estratégia no CCR, com atuação em inovação educacional, e Christian Brackmann, professor do Instituto Federal Farroupilha (RS) e pesquisador em IA na educação. Para os especialistas, o debate sobre IA na educação precisa ir além da simples adoção de ferramentas. Mais do que aprender a utilizar plataformas, é necessário compreender como esses sistemas funcionam, quais impactos produzem e quais competências humanas se tornam ainda mais importantes nesse contexto.“Não se trata de entusiasmo excessivo diante da IA, mas também não de medo”, afirma Fadel. “Como seres humanos, não gostamos de mudanças, mas elas são necessárias. 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O novo curso gratuito da plataforma Escolas Conectadas, “Aprendizagem mão na massa conectada à BNCC Computação”, nasce com a proposta de apoiar educadores nessa transição, trazendo abordagens práticas, metodologias ativas e o uso pedagógico de tecnologias (incluindo Inteligência Artificial) – de forma acessível e aplicável ao dia a dia escolar.Para entender melhor os caminhos possíveis, os desafios e as potências dessa transformação, conversamos com a professora Débora Garófalo, autora do curso e uma das principais referências no tema no Brasil. No início de 2026, ela foi reconhecida como a educadora mais influente do mundo por desenvolver um trabalho de robótica com sucata e usar as redes sociais para ampliar o aprendizado dentro e fora da sala de aula.Confira a entrevista a seguir!De onde surgiu a iniciativa de transformar sua experiência em sala de aula em um curso online?A iniciativa nasceu da própria prática. Ao longo dos anos em sala de aula, fui estruturando metodologias que integravam tecnologia, pensamento computacional e resolução de problemas reais, sempre com foco no protagonismo dos estudantes. Com o tempo, percebi que essas experiências poderiam apoiar outros educadores, especialmente aqueles que ainda se sentem inseguros para trabalhar com tecnologia. Transformar isso em um curso gratuito e online, de 35 horas, é uma forma de ampliar o alcance desse conhecimento e democratizar o acesso a uma formação que, muitas vezes, ainda é restrita.Por que esta formação é importante para o educador brasileiro hoje, independentemente de sua área de atuação ou componente curricular?Hoje, não estamos mais falando de tecnologia como algo complementar, mas como uma linguagem essencial. O educador, independentemente da área, precisa compreender como desenvolver competências como pensamento crítico, resolução de problemas e cultura digital. Essa formação contribui justamente para isso: ela não é sobre “ensinar tecnologia”, mas sobre ensinar melhor com o apoio dela. Em um país com tantas desigualdades educacionais, formar professores para esse novo cenário é estratégico.A BNCC Computação é uma novidade nas escolas brasileiras em 2026. Qual é a sua avaliação sobre as diretrizes do documento e como elas foram incorporadas à estrutura do curso?A BNCC Computação é um avanço importante porque organiza, pela primeira vez, competências relacionadas à cultura digital e ao pensamento computacional de forma estruturada. No curso, essas diretrizes foram incorporadas de maneira prática, conectando os eixos do documento (como pensamento computacional, mundo digital e cultura digital) a atividades aplicáveis no cotidiano escolar. A ideia foi traduzir o documento em ação, ajudando o professor a entender “como fazer”, e não apenas “o que está previsto”.INSCREVA-SE AGORA MESMO!O curso privilegia uma abordagem bem prática e mão na massa. Por que considera isso importante? O que você destaca sobre o curso nesse sentido?A aprendizagem acontece quando o professor experimenta, testa, erra e refaz. Por isso, a abordagem “mão na massa” é central. Não basta falar sobre inovação ou metodologias ativas, é preciso vivenciá-las.Ao longo das 35 horas de formação, os educadores são convidados a desenvolver projetos reais, aplicáveis ao seu contexto, com foco em resolução de problemas, pensamento computacional e uso crítico das tecnologias. O grande diferencial é justamente esse: o professor não sai apenas com repertório teórico, mas com práticas estruturadas, prontas para serem levadas à sala de aula, respeitando a realidade da escola pública brasileira.Diante da hiperconectividade dos alunos, como o curso aborda a urgência de levar para a sala de aula um debate sobre cidadania digital e segurança no ambiente virtual?A hiperconectividade já faz parte da vida dos estudantes. Eles estão o tempo todo em ambientes digitais, produzindo, consumindo e compartilhando informações. Ignorar isso na escola é perder uma grande oportunidade educativa. Por isso, no curso, tratamos a cidadania digital e a segurança on-line como temas urgentes e transversais.A proposta não é abordar esses assuntos apenas de forma teórica ou pontual, mas integrá-los às práticas pedagógicas. Ao longo da formação, os professores desenvolvem atividades que discutem, por exemplo, uso responsável das redes, privacidade de dados, combate à desinformação e respeito nas interações virtuais. Tudo isso conectado a projetos reais, dentro da lógica “mão na massa”.Também reforçamos o papel da escola na formação crítica dos estudantes, para que eles não sejam apenas usuários da tecnologia, mas sujeitos conscientes, éticos e responsáveis no ambiente digital. Em um cenário de tantos riscos e possibilidades, educar para o uso seguro e crítico das tecnologias é, hoje, parte fundamental do processo educativo.Como você enxerga o impacto da formação continuada no desenvolvimento do educador e qual o papel estratégico do ensino a distância nesse contexto?A formação continuada hoje não é mais opcional. Ela é essencial. Vivemos um cenário de rápidas transformações, especialmente com a inserção da tecnologia e das diretrizes como a BNCC Computação, e isso exige que o educador esteja em constante atualização.Nesse contexto, o ensino a distância (EAD) tem um papel estratégico porque amplia o acesso e democratiza a formação. Ele permite que professores de diferentes regiões do país, muitas vezes sem acesso a formações presenciais de qualidade, possam se desenvolver no seu tempo e ritmo.Quando bem estruturado, como foi o caso desse curso, o EAD consegue unir teoria, prática e acompanhamento, gerando impacto real na prática pedagógica e, consequentemente, na aprendizagem dos estudantes.Após uma trajetória de sucesso lecionando em sala de aula e também em programas de formação presenciais, qual a sensação de também passar a formar professores de maneira virtual?É uma experiência muito potente e, ao mesmo tempo, desafiadora. No presencial, temos a troca imediata, o olhar, a interação direta. No virtual, precisamos pensar em estratégias que mantenham o engajamento e promovam conexão mesmo à distância.Por outro lado, o alcance é muito maior. Formar professores virtualmente me permitiu chegar a educadores de todo o Brasil, com diferentes realidades e contextos, o que enriquece muito o processo.A sensação é de ampliar impacto. É saber que aquela prática, que começou em uma sala de aula, hoje pode inspirar e transformar muitas outras, em diferentes territórios.Com premiações e reconhecimentos recentes em sua carreira, o que você identifica como o diferencial que fundamentou sua evolução profissional?Acredito que o principal diferencial foi nunca me distanciar da prática e da realidade da escola pública. Tudo o que construí na minha trajetória está profundamente conectado ao chão da escola, aos desafios reais dos estudantes e professores.Além disso, sempre busquei inovar com propósito, não pela tecnologia em si, mas pelo potencial de transformar a aprendizagem, desenvolver protagonismo e ampliar oportunidades para os alunos.Outro ponto importante é o compromisso com a formação de outros educadores. Compartilhar conhecimento, formar pares e construir coletivamente fortalece toda a rede. No fim, essa combinação entre prática, inovação com sentido e colaboração é o que sustenta essa trajetória.

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Antecipe o calendário e faça o seu planejamento pedagógico com os cursos da plataforma Escolas Conectadas Atualizado em 28/04/2026O calendário de maio está repleto de oportunidades para conectar o currículo a questões contemporâneas, do racismo à preservação da biodiversidade. Ao conhecer as principais datas do mês, você pode realizar um planejamento pedagógico multidisciplinar e tornar os conteúdos mais interessantes para os estudantes.Confira a seguir a Agenda do Educador e veja quais são as datas mais importantes de maio, além de ficar por dentro de estratégias práticas para a sala de aula.Dia Mundial da Língua Portuguesa (5/5)Maio também é um mês para celebrar a nossa língua! A CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) instituiu a data em 2009 para celebrar o idioma como fundamento de identidade. Em sala de aula, vale a pena trabalhar não somente a formação de língua em si, mas todos os contextos históricos, sociais e culturais nos quais ela teve origem. Além disso, é importante atentar para a diversidade linguística dentro do português, com diferentes sotaques e regionalismos tanto no Brasil quanto fora dele.Aliás, você já pensou em contar com o apoio de ferramentas digitais para ensinar português? Pois o curso “Competências Digitais em Língua Portuguesa” auxilia professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio a usar tecnologias digitais de forma crítica e eficaz, seguindo as diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A formação gratuita também ajuda a planejar aulas personalizadas e diferenciadas, além de aplicar e avaliar os resultados dessas práticas em sala de aula.Dia Nacional da Matemática (6/5)Em 6 de maio de 1895, nasceu o matemático Júlio Cézar de Mello e Souza, mais conhecido pelo pseudônimo Malba Tahan. Ele marcou a história da educação por seus romances infantojuvenis que ajudaram a divulgar conhecimentos matemáticos no Brasil. O pensamento matemático não está restrito à disciplina e pode ser desenvolvido por todo mundo. Há muitas formas de incentivar o interesse pela Matemática em sala de aula, com atividades como gincanas, jogos de lógica e problemas a serem resolvidos com soluções criativas.Com o curso gratuito “Competências Digitais em Matemática”, professores do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio aprenderão a criar aulas interativas e personalizadas. As aulas exploram ferramentas como Tinkercad (modelagem 3D) e Trello (gestão de projetos). Além disso, a formação aborda a importância da personalização e diferenciação no ensino de Matemática, fornecendo orientações para a utilização de novas tecnologias e metodologias que criem experiências de aprendizagem ativas, buscando melhorar o raciocínio lógico e a resolução de problemas. Vale conferir!Abolição da Escravatura (13/5)Em 13 de maio de 1888, a escravatura no Brasil foi oficialmente abolida com a assinatura da Lei Áurea. Apesar de ser um momento crucial na história do país, a assinatura não resultou em mudanças imediatas. Mais de um século depois desse marco histórico, ainda podemos notar as consequências desse período. Falar sobre essa data na escola é promover discussões sobre o racismo na sociedade brasileira e avaliar os reflexos e as consequências atuais da escravatura. E se você procura uma formação que une Educação Antirracista com o uso pedagógico de tecnologia, pode contar com os cursos gratuitos “Educação Antirracista Mediada por Tecnologias: Conceito e Fundamentos” e “Tecnologias como Aliada da Educação Antirracista: Práticas e Perspectivas”. Todos conectam o letramento racial ao uso crítico de ferramentas digitais.Dia Internacional da Família (15/5)Instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1993, o Dia Internacional da Família convoca as instituições a debaterem os desafios que atravessam os lares ao redor do mundo. No ambiente escolar, a data é uma oportunidade para acolher a pluralidade de configurações familiares e abrir as portas à comunidade.Em vez de atividades meramente protocolares, a escola pode promover o resgate de histórias sobre as famílias e propor a construção de árvores genealógicas. Também é interessante desenvolver planos de aula sobre as mudanças do conceito de família ao longo do tempo e em diferentes culturas.Aliás, como a mediação do uso de tecnologias e das redes sociais é um dos maiores desafios das famílias nos tempos atuais, o curso “Cidadania Digital” ajuda o educador a orientar sua turma sobre o comportamento ético e seguro nas redes.Dia Internacional contra a Homofobia (17/5)Como um espaço importante para a formação de cidadãos, a escola deve ser um ambiente no qual é possível aprender e colocar em prática a igualdade e o respeito em todos os sentidos. O dia 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional contra a Homofobia pois remonta à data em que a homossexualidade foi removida da lista de doenças mentais pela OMS (Organização Mundial da Saúde), em 1990.São muitos os recursos que podem ser utilizados para pautar as questões de diversidade sexual e de gênero em sala de aula. Workshops, palestras, filmes e livros que abordem a temática LGBTQIAPN+ podem ser trabalhados nesse sentido. Depois de apresentar os conceitos e ideias, é importante abrir um espaço em que os estudantes se sintam confortáveis para compartilhar suas experiências e tirar dúvidas sobre o tema.Os professores de Ciências Humanas do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio podem contar com o apoio do curso gratuito “Competências Digitais em Ciências Humanas” para utilizar tecnologias digitais com foco no desenvolvimento do pensamento crítico e na compreensão de fenômenos sociais, políticos e econômicos. Além disso, a partir do uso pedagógico da tecnologia pode desenvolver experiências de aprendizagem ativas e interativas, tornando-se um suporte para o exercício da ética e do respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.Dia Mundial da Reciclagem (17/5) A reciclagem é apenas um dos aspectos ligados à consciência sobre preservação ambiental, mas que merece atenção principalmente quando se trata de descarte e gerenciamento correto de resíduos. O Dia Mundial da Reciclagem foi estabelecido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) como forma de incentivar a conscientização e reflexão a respeito do ciclo de vida dos produtos e o impacto do consumo.A reciclagem, aliás, é tema de muitas pesquisas e ações que incentivam um olhar mais atento para a sustentabilidade dentro das escolas. Já pensou em envolver ainda mais os seus alunos nessa causa, e ao mesmo tempo incentivar a pesquisa científica? Pois o curso “Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir” explora meios de despertar a curiosidade dos estudantes utilizando conceitos da pesquisa científica e ampliando a sua percepção sobre a presença da ciência no dia a dia.Uma ótima inspiração para os educadores que queiram trabalhar o tema é a atividade pedagógica “Programação e Sensibilização Ambiental”, que busca sensibilizar os estudantes sobre os impactos do plástico no planeta e estimular a reflexão sobre práticas de consumo consciente. Saiba mais aqui.Dia Internacional do Museu (18/5) Acesse aqui um conteúdo especial sobre o Dia Internacional do Museu.Dia Internacional da Biodiversidade (22/5)Instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas), a data reforça a urgência de se conservar e proteger a diversidade de vida no planeta. O termo “biodiversidade” foi criado na década de 1980, para se referir ao número de espécies de seres vivos, incluindo todos os vegetais, animais e microrganismos.Como detentor de uma das maiores biodiversidades do mundo, o Brasil oferece um laboratório vivo para a escola.. Já pensou em incentivar seus estudantes a pesquisarem sobre o próprio ecossistema em que estão inseridos? E conversarem sobre os animais e plantas com que convivem no ambiente escolar? Isso humaniza o aprendizado. Com estudantes do Ensino Médio, o debate ganha profundidade ao discutir o equilíbrio entre crescimento econômico, proteção ambiental e justiça social.Se você quer se aprofundar nesse tema, não deixe de conferir o curso “Competências Digitais em Ciências da Natureza”, que apoia os educadores do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio a explorar as possibilidades das tecnologias digitais para incentivar a pesquisa de dados e a experimentação científica.Compartilhe essas ideias com seus colegas e apoie outros educadores a chegarem ainda mais preparados para o próximo mês!

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