O Percurso Inovação Educativa potencializando os benefícios da cultura digital nas escolas.

30/09/21

Atualmente, muito se fala em cultura da inovação; mas do que estamos falando, quando nos referimos a esse tema? Talvez a resposta mais imediata conecte essa cultura da inovação à mudança, à transformação, à renovação de processos e modos de vida. Seria algo como: fazer o que sempre se fez de uma forma diferente, mais eficiente e sustentável. Certo! É isso e muito mais! Todos sabemos que mudar e ser criativo não é tão simples. Exige condições adequadas, planejamento e um espaço estimulante que facilite a proposição de novas soluções para velhos problemas. 

Nesse sentido, quando falamos da cultura da inovação na educação, acrescentamos especificidades que precisam ser reconhecidas, a fim de que, de fato, haja benefícios mútuos de longo prazo para toda a comunidade escolar. Assim, é preciso lembrar que, desde a sua proposição, os processos de ensino e aprendizagem são permeados de potencial criativo e inovador. Além disso, a escola está em constante mutação, porque os sujeitos que a compõem estão em crescimento e formação. Dessa forma, o primeiro passo para se canalizar tal potencial e aproveitar essa vantagem comparativa é criar um ambiente flexível, propício e receptivo à formulação de novas ideias. 

O Projeto Escolas Conectadas, atento a essas questões, oferece diversos cursos com vistas a levar a inovação para dentro da escola. Alguns desses cursos, como o "Inovação nas escolas", propõem a atualização de práticas pedagógicas de forma consistente e planejada, estimulando a reflexão sobre a necessidade de se implementarem processos criativos e investigativos de educação. Há, ainda, o “Quero inovar! Por onde começo?", que promove aprendizagens que se adequam ao ensino híbrido e remoto, cuja implementação foi tão demandada durante a pandemia.  Apresentam-se práticas educacionais inovadoras e flexíveis que permitem que cada professor, a partir das especificidades de seu contexto, adapte-se às distintas realidades que se impõem contemporaneamente. 

“Quero atender o convite de romper as barreiras. Agora sei que toda barreira pode ser quebrada. Vou parar com minhas desculpas e meus porquês de não ser criativa. É hora de despertar”, Lilian Faleiros, sobre o curso “Inovação nas escolas”.

O curso é muito bom. Recomendo que façam. Excelente para o aprendizado”. Mara Cristina Sanches, sobre o “Quero inovar! Por onde começo?”.

Na verdade, o Escolas Conectadas concebe opções diversificadas de formação que compõem o Percurso Inovação Educativa. Nesse sentido, "Experiências educativas inovadoras usando as TIC", por exemplo, aprofunda os conhecimentos acerca da inovação na escola, analisando os diferentes usos das tecnologias para o desenvolvimento de competências e habilidades. Adicionalmente, o "Inovação na educação: conhecimentos avançados" propõe uma análise comparativa entre sistemas de ensino de diferentes países, enfatizando o desenvolvimento integral dos estudantes, com vistas a aperfeiçoar os índices de aprendizagem em nosso país. Também investe na construção de conhecimentos por meio de usos contextualizados de recursos tecnológicos e da utilização de metodologias, estratégias e práticas para o desenvolvimento de competências a partir de experiências escolares concretas.



 

“Encontrar suporte e formação de qualidade e de forma gratuita na atual situação educacional pública, torna-se um bálsamo na vida profissional de nós educadores”. Giseli Ohlweiler Braga, sobre o curso “Experiências educativas inovadoras usando as TIC''. 

“Excelente conteúdo: simples e fácil de entender. Curso recheado de informações interessantes. Fico muito animado quando leio um material de ótima qualidade; ressaltando a opção de ter apostilas para download”, William Akira Iwanaga dos Santos, sobre os cursos “Inovação nas escolas e Inovação na educação: conhecimentos avançados”.


Nosso objetivo, ao propor o Percurso Inovação Educativa, é que as professoras e os professores possam, com autonomia e de acordo com as especificidades do seu contexto, trilhar os caminhos da cultura digital, incorporando soluções e práticas pedagógicas que facilitem os processos de ensino. O desafio de inovar na educação demanda participação, escuta, investigação e problematização, criatividade para a proposição de soluções e planejamento. Nesse sentido, a escola apresenta-se, na atualidade, como um potencial  espaço dialógico, propício ao favorecimento de um ambiente que envolve esses requisitos. Venha conferir as possibilidades que o Percurso Inovação Educativa oferece. 

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Antecipe o calendário e faça o seu planejamento pedagógico com os cursos da plataforma Escolas Conectadas Atualizado em 28/04/2026O calendário de maio está repleto de oportunidades para conectar o currículo a questões contemporâneas, do racismo à preservação da biodiversidade. Ao conhecer as principais datas do mês, você pode realizar um planejamento pedagógico multidisciplinar e tornar os conteúdos mais interessantes para os estudantes.Confira a seguir a Agenda do Educador e veja quais são as datas mais importantes de maio, além de ficar por dentro de estratégias práticas para a sala de aula.Dia Mundial da Língua Portuguesa (5/5)Maio também é um mês para celebrar a nossa língua! A CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) instituiu a data em 2009 para celebrar o idioma como fundamento de identidade. Em sala de aula, vale a pena trabalhar não somente a formação de língua em si, mas todos os contextos históricos, sociais e culturais nos quais ela teve origem. Além disso, é importante atentar para a diversidade linguística dentro do português, com diferentes sotaques e regionalismos tanto no Brasil quanto fora dele.Aliás, você já pensou em contar com o apoio de ferramentas digitais para ensinar português? Pois o curso “Competências Digitais em Língua Portuguesa” auxilia professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio a usar tecnologias digitais de forma crítica e eficaz, seguindo as diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A formação gratuita também ajuda a planejar aulas personalizadas e diferenciadas, além de aplicar e avaliar os resultados dessas práticas em sala de aula.Dia Nacional da Matemática (6/5)Em 6 de maio de 1895, nasceu o matemático Júlio Cézar de Mello e Souza, mais conhecido pelo pseudônimo Malba Tahan. Ele marcou a história da educação por seus romances infantojuvenis que ajudaram a divulgar conhecimentos matemáticos no Brasil. O pensamento matemático não está restrito à disciplina e pode ser desenvolvido por todo mundo. Há muitas formas de incentivar o interesse pela Matemática em sala de aula, com atividades como gincanas, jogos de lógica e problemas a serem resolvidos com soluções criativas.Com o curso gratuito “Competências Digitais em Matemática”, professores do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio aprenderão a criar aulas interativas e personalizadas. As aulas exploram ferramentas como Tinkercad (modelagem 3D) e Trello (gestão de projetos). Além disso, a formação aborda a importância da personalização e diferenciação no ensino de Matemática, fornecendo orientações para a utilização de novas tecnologias e metodologias que criem experiências de aprendizagem ativas, buscando melhorar o raciocínio lógico e a resolução de problemas. Vale conferir!Abolição da Escravatura (13/5)Em 13 de maio de 1888, a escravatura no Brasil foi oficialmente abolida com a assinatura da Lei Áurea. Apesar de ser um momento crucial na história do país, a assinatura não resultou em mudanças imediatas. Mais de um século depois desse marco histórico, ainda podemos notar as consequências desse período. Falar sobre essa data na escola é promover discussões sobre o racismo na sociedade brasileira e avaliar os reflexos e as consequências atuais da escravatura. E se você procura uma formação que une Educação Antirracista com o uso pedagógico de tecnologia, pode contar com os cursos gratuitos “Educação Antirracista Mediada por Tecnologias: Conceito e Fundamentos” e “Tecnologias como Aliada da Educação Antirracista: Práticas e Perspectivas”. Todos conectam o letramento racial ao uso crítico de ferramentas digitais.Dia Internacional da Família (15/5)Instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1993, o Dia Internacional da Família convoca as instituições a debaterem os desafios que atravessam os lares ao redor do mundo. No ambiente escolar, a data é uma oportunidade para acolher a pluralidade de configurações familiares e abrir as portas à comunidade.Em vez de atividades meramente protocolares, a escola pode promover o resgate de histórias sobre as famílias e propor a construção de árvores genealógicas. Também é interessante desenvolver planos de aula sobre as mudanças do conceito de família ao longo do tempo e em diferentes culturas.Aliás, como a mediação do uso de tecnologias e das redes sociais é um dos maiores desafios das famílias nos tempos atuais, o curso “Cidadania Digital” ajuda o educador a orientar sua turma sobre o comportamento ético e seguro nas redes.Dia Internacional contra a Homofobia (17/5)Como um espaço importante para a formação de cidadãos, a escola deve ser um ambiente no qual é possível aprender e colocar em prática a igualdade e o respeito em todos os sentidos. O dia 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional contra a Homofobia pois remonta à data em que a homossexualidade foi removida da lista de doenças mentais pela OMS (Organização Mundial da Saúde), em 1990.São muitos os recursos que podem ser utilizados para pautar as questões de diversidade sexual e de gênero em sala de aula. Workshops, palestras, filmes e livros que abordem a temática LGBTQIAPN+ podem ser trabalhados nesse sentido. Depois de apresentar os conceitos e ideias, é importante abrir um espaço em que os estudantes se sintam confortáveis para compartilhar suas experiências e tirar dúvidas sobre o tema.Os professores de Ciências Humanas do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e Ensino Médio podem contar com o apoio do curso gratuito “Competências Digitais em Ciências Humanas” para utilizar tecnologias digitais com foco no desenvolvimento do pensamento crítico e na compreensão de fenômenos sociais, políticos e econômicos. Além disso, a partir do uso pedagógico da tecnologia pode desenvolver experiências de aprendizagem ativas e interativas, tornando-se um suporte para o exercício da ética e do respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.Dia Mundial da Reciclagem (17/5) A reciclagem é apenas um dos aspectos ligados à consciência sobre preservação ambiental, mas que merece atenção principalmente quando se trata de descarte e gerenciamento correto de resíduos. O Dia Mundial da Reciclagem foi estabelecido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) como forma de incentivar a conscientização e reflexão a respeito do ciclo de vida dos produtos e o impacto do consumo.A reciclagem, aliás, é tema de muitas pesquisas e ações que incentivam um olhar mais atento para a sustentabilidade dentro das escolas. Já pensou em envolver ainda mais os seus alunos nessa causa, e ao mesmo tempo incentivar a pesquisa científica? Pois o curso “Eureka! 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Explore museus on-line e presenciais e desenvolva competências digitais, pensamento crítico e protagonismo dos estudantes.No dia 18 de maio, o mundo celebra o Dia Internacional dos Museus. A data nos convida a refletir sobre o papel desses espaços na preservação da memória, da cultura e do conhecimento.Na escola, essa também é uma ótima oportunidade para ampliar repertórios e criar experiências de aprendizagem mais significativas. Com o apoio da tecnologia, os museus deixam de ser apenas destinos de visitas ocasionais e passam a fazer parte do cotidiano das aulas – inclusive de forma virtual.Confira outras datas comemorativas de maio e deixe a sua aula mais atrativa.Por que trabalhar com museus na escola?Museus são, por natureza, interdisciplinares. Eles permitem conectar conteúdos tão diversos quanto história, arte, ciências, geografia, linguagens e até matemática, ao mesmo tempo em que desenvolvem habilidades essenciais para o século 21, como curadoria e análise crítica; leitura de imagens e interpretação; cultura digital e pensamento investigativo.Mais do que a visita em si, o desafio pedagógico é transformar a experiência em investigação: fazer perguntas, levantar hipóteses, comparar contextos e produzir novos sentidos.Museus virtuais: como a tecnologia amplia o acesso ao conhecimentoVocê sabia que, hoje, dá para explorar exposições, analisar obras em alta resolução e realizar visitas guiadas diretamente da sala de aula? Isso só é possível porque a tecnologia tem ampliado significativamente o acesso a acervos culturais do mundo todo. A seguir, conheça algumas plataformas e museus que podem enriquecer suas aulas:Google Arts & Culture: reúne acervos de milhares de instituições e permite criar coleções personalizadas com os estudantes.Museu do Louvre: oferece visitas virtuais por galerias icônicas, ideais para trabalhar história e arte.Museu Nacional de História Natural: excelente para explorar temas ligados à ciência e à biodiversidade.Museu do Amanhã: conecta ciência, tecnologia e sustentabilidade em uma abordagem contemporânea.Pinacoteca de São Paulo: disponibiliza acervo e conteúdos educativos que dialogam com a realidade brasileira.Como usar museus (virtuais ou presenciais) em atividades pedagógicasVeja algumas ideias práticas:1. Roteiro investigativoProponha perguntas antes da visita:O que essa obra revela sobre sua época?Quais elementos chamam mais atenção?Que conexões podemos fazer com o presente?2. Curadoria dos estudantesPeça que os alunos criem sua própria exposição virtual, selecionando obras e justificando suas escolhas.Essa proposta pode ser enriquecida através da “Imersão Ferramentas Digitais na Prática para Professores”, que apresenta caminhos para criação de conteúdos usando ferramentas digitais em sala de aula. Outra possibilidade é o curso “Olá, mundo! Lógica de programação e autoria”, que estimula o pensamento estruturado e a produção autoral com tecnologia.3. Produção multimídiaApós a visita, os estudantes podem criar podcasts, vídeos ou apresentações digitais analisando o que observaram.4. Conexão com o territórioMesmo explorando museus internacionais, incentive comparações com a realidade local, promovendo um olhar crítico sobre cultura e história.Competências digitais e BNCC: o que os museus têm a ver com isso?Ao trabalhar com museus virtuais, o professor também desenvolve competências previstas na BNCC, como uso crítico e ético das tecnologias; curadoria e produção de informação; comunicação em diferentes linguagens e pensamento críticoPara transformar uma visita em aprendizagem significativa, o planejamento é essencial, e a formação continuada pode ser uma grande aliada nesse processo. Na plataforma Escolas Conectadas, diversos cursos gratuitos, on-line e com certificação ajudam a estruturar essas práticas:“Eureka! Investigar, descobrir, conectar, criar e refletir”: fortalece abordagens investigativas e criativas.“Explorador Digital - Melhore sua prática com uso de tecnologias”: ideal para quem quer ampliar o uso pedagógico das ferramentas digitais.“Intencionalidade pedagógica - Potencialize suas aulas”: apoia o planejamento com objetivos claros e alinhados ao currículo.Esses cursos ajudam a transformar visitas a museus em experiências mais investigativas, criativas e conectadas à cultura digital.Mais do que visitar, aprender a olharCelebrar o Dia Internacional dos Museus na escola não deve depender apenas de uma saída pedagógica. Com o apoio da tecnologia, é possível transformar qualquer sala de aula em um espaço de exploração cultural.Mais do que visitar, o desafio é ensinar os estudantes a olhar com curiosidade, criticidade e intenção. E, com o apoio dos nossos cursos gratuitos, cada experiência pode se tornar uma oportunidade real de aprendizagem significativa.

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Entenda como iniciar um projeto de educação midiática em sala de aulaEm uma escola pública em Santa Isabel, na região metropolitana de Belém (PA), estudantes começaram a revisar textos jornalísticos. O que poderia ser apenas uma atividade de leitura se transformou em algo maior: eles passaram a questionar escolhas, sugerir mudanças e refletir sobre os temas que impactam suas próprias vidas.O resultado? Jovens mais críticos, mais confiantes e conscientes do papel que podem ocupar na sociedade. Essa é uma das possibilidades da educação midiática: transformar a forma como os estudantes se relacionam com a informação.“Eles se viram como pessoas importantes, cuja opinião é significativa”, conta a professora Marcela Castro, responsável pelo projeto.Inclusive, experiências como essa não estão isoladas: em todo o país, professores, escolas e organizações têm desenvolvido iniciativas que colocam a educação midiática no centro do processo educativo. Para dar visibilidade a essas experiências, foi criado o Mapa Brasileiro da Educação Midiática, que reúne práticas inspiradoras e ajuda a conectar educadores interessados no tema. A segunda edição do mapa está com inscrições abertas até o dia 20 de abril, permitindo que professores e escolas compartilhem suas próprias experiências e façam parte dessa rede.Quando a mídia entra na sala de aulaA experiência aconteceu na Escola Pública Antônio Lemos, em parceria com o portal Amazônia Vox. Nela, estudantes de 14 a 16 anos assumem o papel de revisores de textos jornalísticos, analisando linguagem, identificando termos difíceis e sugerindo adaptações para tornar os conteúdos mais acessíveis.Tudo começou de forma simples, mesmo sem estrutura tecnológica. “Cheguei na sala de aula com o texto impresso, já que na minha escola à época não havia computadores. Os alunos liam e marcavam o que não compreendiam”, relata Marcela. A partir dessas leituras, os estudantes enviavam áudios com sugestões, discutiam escolhas de palavras e refletiam sobre os temas abordados. Com o tempo, a atividade evoluiu para algo mais amplo: debates, pesquisas prévias e até checagem de informações.Mais do que revisar textos, a turma passou a entender como a informação é construída e quais impactos esse processo pode gerar. “Eles perceberam que nenhum conteúdo é inocente, que tudo tem alcance e consequência.”Muito além das fake newsEmbora o combate à desinformação seja um dos pontos mais relevantes, a educação midiática vai além. Ela envolve o desenvolvimento de repertório, senso crítico e consciência sobre os diferentes interesses presentes nos inúmeros conteúdos que circulam atualmente - seja na internet ou fora dela.Como destaca Marcela: “A mídia não está somente na tecnologia digital. Ela está no impresso, na televisão, no outdoor, em todos os lugares.” Nesse sentido, o trabalho em sala de aula não se limita a identificar o que é falso ou verdadeiro, mas a compreender como as narrativas são construídas e como os próprios estudantes podem participar desse processo de forma ética e responsável.Impactos que ultrapassam a aprendizagemOs resultados do projeto ajudam a dimensionar o potencial desse tipo de iniciativa. Além do desenvolvimento da leitura e da escrita, os estudantes ampliaram vocabulário, repertório e, principalmente, autoestima.“Eles se sentem no centro de algo, sendo vistos por gente do mundo inteiro.” Um dos textos revisados pelos alunos integrou uma reportagem premiada no Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde. Mas, para além dos reconhecimentos formais, o impacto mais relevante está na mudança de percepção dos próprios estudantes sobre si mesmos e sobre o mundo.Eles deixam de ser apenas consumidores de informação para se tornarem participantes ativos, capazes de questionar, propor e criar.Por onde começar um projeto de educação midiática?Se a ideia de trabalhar educação midiática parece desafiadora, a prática mostra que o primeiro passo pode ser mais simples do que parece. 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